segunda-feira, 18 de outubro de 2010

NOVOS TALENTOS

Talento não se faz; vem pronto, descubra-o, ele está em você, exercita-o e ele aparecerá
Como é bela a juventude; se no Senhor, brotará bons frutos, / a criatividade fala por si! / Quem quiser ser feliz, crie: / a incerteza de hoje, será certeza de amanhã. /Mas a bela juventude é como um sonho, / que dura pouco: / e que o torna, ao mesmo tempo eterno. (Realize todo seu sonho)
Eu escuto e esqueço, Eu vejo e me lembro, Eu faço e entendo.

... é preciso coragem para ter talento!... Gercino Maximiano de Araujo
No ar Novos talentos

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

A minha casa, será chamada "Casa de Oração"

Mateus 21.13; c/ref Is 56.7; Jr 7.11.
O Senhor Jesus, quando chama a atenção para o que estava acontecendo no templo; ele faz menção das escrituras de Isaias 56.7,...porque a minha casa será chamada casa de oração para todos os povos; e Jeremias 7.11, Será esta casa, que me chama pelo meu nome, um covil de salteadores aos vossos olhos? Eis que eu mesmo, vi isto, diz o Senhor. Ele faz a composição de um texto em Mateus 21.13 para definir o comportamento dos vendilhões no templo.
Expressamente ele disse: depois de tê-los expulsos do templo, derrubado suas mesas, e também as cadeiras dos que vendiam pombas; indicando o lugar santo, onde se adora a Deus, com a seguinte expressão: A minha casa será chamada Casa de Oração; e vós transformais em covil de ladrões e salteadores. O templo da Igreja não é lugar para fazer negócios, vender ou receber ou comprar alguma coisa; o templo da Igreja é para reuniões, onde Cristo está presente em cada um dos que ali vão, portanto deve ser respeitado sob pena de um dia ter que dar conta do seu comportamento inadequado no recinto da Igreja.
O artigo ou secção “Assembleia dos Irmãos” deverá ser fundido aqui. Se não concorda, discuta sobre a fusão deste artigo.
A Casa de Oração é um movimento cristão adenominacional. Possuem doutrina fundamentalista cristã e valorizam a autonomia da igreja local. Conhecidos como "Irmãos, Irmãos Unidos, Irmãos de Plymouth, Assembléias dos Irmãos", e no Brasil, "Casa de Oração" devido a placa colocada na maioria dos salões de reunião

Índice
• 1 História no Brasil
• 2 Doutrinas Básicas
• 3 Características Gerais
• 4 Referências
História no Brasil

A Igreja chegou ao Brasil em 1878 através do missionário inglês Richard Holden fixando no Rio de Janeiro. Holden inicialmente frequentou a Igreja Evangélica Fluminense, mas influenciado pelas as idéias do ministro e escritor britânico, John Nelson Darby, Começou a organizar igrejas seguindo estes princípios.
Anos mais tarde, em 1896 um outro missionário inglês, Stuart Edmund MacNair, plantou várias Igrejas em Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. Como foco, em 1901 teve início o trabalho dos Irmãos na região de Carangola-MG. Na seqüência histórica, em 1907 McNair vai para a Inglaterra, e depois se dispõe a evangelizar estudantes em Coimbra, Portugal. Em 1913, McNair volta para o Brasil e vai residir em Carangola, Minas Gerais. Ato contínuo, em 1914 foi inaugurada em Conceição de Carangola a primeira Casa de Oração construída especificamente para local de reunião dos irmãos. Essa igreja permanece em atividade até os dias de hoje, e ainda recebe assistência de uma missionária inglesa, Phyllis Mary Dunning, chegada em Conceição de Carangola no ano de 1967.
As igrejas possuem extrema autonomia local, são geridas por um corpo colegiado de ministros, os Presbíteros e os Diáconos No Brasil os diáconos também têm certa participação na liderança espiritual.

Doutrinas Básicas
1. A Bíblia é a Palavra inspirada por Deus, infalível, inerrante e suficiente (2 Pe 1:20-21).
2. Não há, nos dias de hoje, revelação extrabíblica que deva ser seguida como palavra normativa de Deus para os cristãos.
3. Creem na Trindade - Deus Pai, Filho e Espirito Santo, como um só Deus em três pessoas distintas, co-iguais e co-eternas.
4. Creem na concepção virginal do Senhor Jesus Cristo e no Seu sacrifício vicário sobre a Cruz como único meio de Salvação.
5. Creem na ressurreição, ascensão e exaltação de Cristo Jesus à direita do Pai, na sua iminente volta entre as nuvens para arrebatar os seus remidos e, posteriormente com eles, em poder e grande glória estabelecer o Seu reino milenar.
6. Creem na necessidade do "Nascer de novo" para a restauração da comunhão do homem caído com Deus,
7. Creem na condenação eterna dos pecadores impenitentes que negarem a Cristo, bem como na Salvação eterna de todo aquele que, arrependido, confesse a Cristo Jesus como Senhor e Salvador de sua vida.
8. Creem na ressurreição em glória dos salvos para a vida eterna e na ressurreição dos não remidos para a perdição eterna.

Características Gerais
Pelo fato de não possuir uma "Igreja-Sede", ou seja, uma igreja-modelo para todas as outras, a "Casa de Oração" não possui regras gerais impostas para todas as suas igrejas, o que dificulta uma caracterização como uma denominação. Práticas e costumes podem variar de uma congregação para outra.
1. A "Casa de Oração" é uma igreja de postura conservadora e tradicional; não há uma liturgia fixa para as reuniões, os pedidos de hinos e orações são livres, principalmente durante a Ceia do Senhor.
2. A exposição da Doutrina e da Pregação do Evangelho, assim como os cargos de direção e organização (Presbitério e Diaconato) são de responsabilidade exclusiva dos varões da igreja, (tomam por base o ensinamento do Apóstolo Paulo em 1ª Coríntios 14:34 e 1ª Timóteo 2: 11-14).
3. A maioria de suas congregações (nem todas) são adeptas ao uso do véu pelas mulheres, segundo o ensino de Paulo em 1ª Coríntios 11: 6-10.
4. Possuem uma coletânea de hinos sacros, o Hinário, chamado "Hinos e Cânticos", que é usado em especial na Ceia do Senhor e também nas reuniões em geral.
5. São adeptos de canções contemporâneas, desde que as letras sejam devidamente analisadas e os ritmos musicais não sejam irreverentes.
6. Partem do princípio que a Adoração deve ser prestada a Deus "Em espírito e em Verdade", num culto racional (Romanos 12.1,2 e I Coríntios 14.15).
7. Praticam o Batismo por imersão e por aspersão.
8. Realizam a Santa Ceia todo o primeiro dia da semana para os membros em comunhão com Cristo e com suas igrejas locais.
9. Não se envolvem em questões políticas, nem apoiam candidatos cristãos, seguindo as palavras expressas de Jesus Cristo: "Não sou deste Mundo" (João 17).
10. As Igrejas não tem um "Pastor" assalariado para visitar e fazer as pregações. O pastoreio é feito por um grupo de presbíteros. Todo trabalho feito é voluntário, todo trabalho deve ser feito somente pelo amor e desejo de servir ao Senhor. Baseiam toda a obra nas mensagens bíblicas como Mt21:13, Mt22:18 ao 40.
Cremos que o Senhor Jesus não foi apenas um grande Humanista, Mestre ou Profeta. Ele é Deus. Mas humilhou-se e tornando-se homem, viveu sem qualquer pecado e entregou-se voluntariamente à morte, na cruz do Calvário, como única forma de expiação e remição dos pecados de todos os seres humanos, mas não ficou no sepulcro. Ao terceiro dia ressuscitou e, após ter convivido com os discípulos, tendo falado e sido visto por mais de quinhentas pessoas, ascendeu ao Céu, onde atualmente está, sentado à direita de Deus-Pai. Por isso, todo aquele que nEle crer, será salvo, isto é, tem a vida eterna (S. João 5:24 e 3:16). A todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no Seu Nome (S. João 1:12). É exatamente a estes que assim crêem, que a Bíblia chama de cristãos ou irmãos.

Os Irmãos são uma religião ou denominação?
Não, de forma alguma.
Embora sejam conhecidos por "evangélicos" (por crerem e anunciarem o evangelho do Senhor Jesus Cristo), congregando-se em Assembléias ou Congregações locais que são conhecidas por "Igrejas Evangélicas de Irmãos" ou "Casa de Oração", tal designação é meramente indicadora.
Na verdade, nos chamem de "Irmãos", porém, rejeitamos esta imputação como categoria ou classificação religiosa ou denominacional.
Lemos na Bíblia que os cristãos, no século I, estavam juntos (Actos 2:41-47) e naquele tempo não havia denominações, nem havia necessidade delas, pois todos estavam juntos. Em cada localidade, eram conhecidos por discípulos, santos, irmãos ou cristãos, precisamente porque procuravam estar em comunhão e reuniam-se regularmente. A única distinção entre as Igrejas do I século era unicamente geográfica. Lemos na Bíblia, por exemplo, da Igreja de Deus que "estava em Corinto" (I Cor. 1:2), "dos tessalonicenses" (da cidade de Tessalónica, I Tess. 1:1) e ainda de outras "igrejas" (congregações locais), que eram conhecidas pela localidade em que estavam implantadas (cfr. as sete igrejas do Apocalipse, capítulos 2 e 3).
Por esta razão não aceitamos uma denominação para nos distinguir de outros cristãos. Cremos que o modelo bíblico ainda é válido. Aceitar uma denominação é um desvio daquele modelo. Somos, portanto, de acordo com o preceito bíblico, irmãos unidos na fé e no testemunho do Senhor Jesus Cristo, tendo por única regra de fé e de prática, a Bíblia Sagrada, rejeitando a existência de quaisquer ordenações clericais humanas que, ao abrigo da tradição ou de preceitos humanos, tenham autoridade para interferir na fé que uma vez foi dada aos que crêem, pelo Senhor Jesus Cristo, pelos apóstolos e pela Palavra de Deus. Como irmãos, não há ninguém superior ou inferior, sendo todos iguais perante o Senhor Jesus Cristo, segundo a Bíblia Sagrada, cujos preceitos devem ser observados, não como um ritual ou uma obrigação vinculística, mas na alegria de O servir com a liberdade com que Cristo nos libertou.

Autor:Maximiano,Gercino de Araújo

Referencias
. Introdução ao protestantismo no Brasil. 1990 - Mendonça, Antônio Gouvêa. Velasques Filho
História do culto protestante no Brasil. 1989 - Hahn, Carl Joseph
História documental do protestantismo no Brasil. 1984 - Reily, Duncan Alexander..
Site, assembléia dos Irmãos

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Aprendendo a conquistar amigos

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Mateus 9.9-13
V 9) E Jesus, passando adiante dali, viu assentado na recebedoria um homem, chamado Mateus, e disse-lhe: Segue-me. E ele, levantando-se, o seguiu. V 10) E aconteceu que, estando ele em casa sentado à mesa, chegaram muitos publicanos e pecadores, e sentaram-se juntamente com Jesus e seus discípulos. V 11) E os fariseus, vendo isto, disseram aos seus discípulos: Por que come o vosso Mestre com os publicanos e pecadores? V 12) Jesus, porém, ouvindo, disse-lhes: Não necessitam de médico os sãos, mas, sim, os doentes. V 13) Ide, porém, e aprendei o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifício. Porque eu não vim a chamar os justos, mas os pecadores, ao arrependimento.

Introdução.
Muitas vezes achamos que a solução certa para evitar as más influências, é tão simples, como evitar as pessoas que não são crentes, e que por isso mesmo, não servem para conviver conosco sob pena de sermos influenciados por elas. Mas ela começou a trabalhar, e logo percebeu que no trabalho o serviço era feito em equipe.
Trabalho em equipe: requer participação de todos em um só serviço, e nem todos professam a mesma fé em Cristo; é ai que começa o nosso testemunho pessoal. O jovem Carlos a ajudar ao jovem Tande na limpesa das mesas, pois era um restaurante e precisavam entrgar oserviço para a outra turma em condições igiênica satisfatória.
Tande: “Obrigado Carlos por sua ajuda”, preciso me apressar essa noite e estudar para um exame difícil de quimica amanhã. Os testes da professora Cristina são relmente complicados.
Carlos: Você também tem a professora Critina como professira de quimica? “Porque não estudamos juntos para este teste”? Tande e Carlos gastaram duas horas na biblioteca estudando para o teste. Carlos descobriu que tande nunca tinha estado dentro de uma igreja, e percebeu que eles tinham muita coisa em comum. “Talvez” Carlos pensou, Deus tem um bom motivo para Tande e eu sermos amigos.
Com o tempo, Carlos começou a fazer amizade com oa não-cristãos. Seu medo inicial de que os não-cristãos seriam uma ifluência negativa para ele despareceu rapidamente. Na realidade ele descobriu que muitos dos seus amigos não-cristãos tinham fome da palavra de Deus
A vocação de Mateus: ensina que Jesus chama a quem conhece (Rm 8.29,30) que a chamada de Jesus pode resultar em mudanças de emprego.; que um pessoa chamada por Jesus pode querer “fazer-lhe um grande banquete” (Lucas 4.29); que Mateus era um dos doentes que necessitava de médico.
“Misericórdia quero e não sacrifícios” O Senhor cita duas vezes Oséias 6.6; aquí com referência a ele comer com publicanos e pecadores (v 13) e em Mateus 12.7; quando os fariseus se queixaram que os discípulos violavam o sábado e comeram espigas. O que Deus, em Oséias, pede a seu povo não é sacrifícios e ofertas queimada, mas misericórdia e o conhecimento de Deus. É a mesma verdade que Samuel ensinou ao rei Saul: “Obedecer é melhor do que sacrificio, e o atender do que a gordura de ovelhas”. Jesus quis dizer: “Eu, o Senor, desjo modtrar-vos misericórdia, e não exigir sacrifícios”.

Jesus come com publicanos e pecadores:
Em Mateus 9.9-13Jesus resolveu comer com Mateus, um cobrador de impostos, e com outros “pecadores”. Essa ação despertou a ira de muitos lideres religiosos. Veja a resposta de Jesus para esses líderes.

• Por que os fariseus poderiam ter concordado com o plano de Carlos de evitar os não-cristãos? ______________________________________________________________________________________________________________________________________

• O que esses versículos têm a dizer a você sobre alcançar os não-cristão?______________________________________________________________________________________________________________________________

• O que você acha de: convidar alguém na escola ou no trabalho para participar do culto da sua igreja com você, ou convidar essa pessoa para a próxima saida do grupo jovens?_______________________________________________________

• De tomar tempo nesta semana para iniciar um relacionamento com um não-cristão ou um amigo que não costuma ir à Igreja.

• Suplemento adicional: Lucas 12.8,9; Tiago 2.14-26

sábado, 14 de agosto de 2010

Focalizando as crianças

"Uma geração apenas, separa a igreja da extinção. Se não ganharmos crianças para Cristo e discipularmos as crianças salvas nas doutrinas bíblicas, o futuro da igreja e da civilização estará em jogo. Jesus tinha um amor especial pelas crianças e nós devemos mostrar esse amor, compartilhando Cristo e a Sua Palavra com elas". (Warren W. Wiersbe)

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Senhor abre-nos a Porta

E disse-lhe um: Senhor, são poucos oa que se salvam? E ele lhe respondeu: Porfiai por entrar pela porta estreita, porque eu vos digo que muitos procurarão entrar e não poderão (Lucas 13.2324).
Certamente a resposta de Jesus não foi aquilo que seu interlocutor desejava ouvir. Contudo, era o que ele precisava ouvir. Talvez seja interessante saber quantos serão salvos, mas o que realmente importa é ter certeza de que cada um de nós estará entre os salvos. Portanto, a resposta à pergunta do homem que conversa com o Senhor Jesus não poderia ser simplismente "sim" ou "não", pois tinha de tocar a consciência de quem o fizera. E essa pergunta também nos afeta. "Porfiai por entrar pela porta estreita".
Entrar pela porta estreita significa agarrar a salvação no tempo e da forma que Deus a oferece. E o nosso desafio é não deixa-la escapar de de maneira alguma. Mas a salvação é uma porta estreita, Deus exige que nos arrependamos, ou seja que reconheçamos que somos pecadores, merecedores do seu julgamento. Isso não se adapta á nossa menira de pensar. Mas Deus não leva em conta a consepção humana do certo ou do errado, do bom ou mau. Ele já traçou um unico caminho para a salvação e nós devemos aceit-lo. Quando será o tempo certo? A Biblia nos diz para entrar hoje. Pois a qualquer momento ela será fechada para sempre. Então muitos vão reconhecer que deixaram escapar  a oportunidade que tiveram. E por mais justa e irrepreensivel que tenha sido suas vidas, isso em nada afetará o destino eterno destas pessoas. Quão serio será, se mediante  o apelo: "Senhor, Abre-nos aPorta!", vier a resposta: "Em verdade vos digo; não vos conheço". (Mateus 25.11,12) Gercino

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Juventude Evangélica de Bairrada

Irmãos.net

O que é o irmaos.net
Logotipo inicial irmaos.net
Este sítio foi criado no ano de 2000 para fornecer informação referente aos cristãos, crentes no Senhor Jesus Cristo, que têm por única regra de fé, doutrina e prática, a Bíblia Sagrada. Cremos que o Senhor Jesus não foi apenas um grande Humanista, Mestre ou Profeta. Ele é Deus. Mas humilhou-se e tornando-se homem, viveu sem qualquer pecado e entregou-se voluntariamente à morte, na cruz do Calvário, enquanto única forma de expiação e remição dos pecados de todos os seres humanos.
Mas não ficou no sepulcro. Ao terceiro dia ressuscitou e, após ter convivido com os discípulos, tendo falado e sido visto por mais de quinhentas pessoas, ascendeu ao Céu, onde actualmente está, sentado à direita de Deus-Pai. Por isso, todo aquele que nEle crer, será salvo, isto é, tem a vida eterna (Bíblia, S. João 5:24 e 3:16). A todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no Seu Nome (S. João 1:12). É exactamente a estes que assim crêem, que a Bíblia chama de cristãos ou irmãos.

Os Irmãos são uma religião ou denominação ?

Não, de forma alguma.
Embora sejam conhecidos por "evangélicos" (por crerem e anunciarem o evangelho do Senhor Jesus Cristo), congregando-se em Assembleias ou Congregações locais que são conhecidas por "Igrejas Evangélicas de Irmãos" ou "Casa de Oração", tal designação é meramente indicadora.
Na verdade, embora nos chamem de "Irmãos", rejeitamos que tal nos seja imputado como categoria ou classificação religiosa ou denominacional.
Lemos na Bíblia que os cristãos, no século I, estavam juntos (Actos 2:41-47) e naquele tempo não havia denominações, nem havia necessidade delas, pois todos estavam juntos. Em cada localidade, eram conhecidos por discípulos, santos, irmãos ou cristãos, precisamente porque procuravam estar em conunhão e reuniam-se regularmente. A única distinção entre as Igrejas do I século era unicamente geográfica. Lemos na Bíblia, por exemplo, da Igreja de Deus que "estava em Corinto" (I Cor. 1:2), "dos tessalonicenses" (da cidade de Tessalónica, I Tess. 1:1) e ainda de outras "igrejas" (congregações locais), que eram conhecidas pela toponímia da localidade em que estavam implantadas (cfr. as sete igrejas do Apocalipse, capítulos 2 e 3). Por esta razão não aceitamos uma denominação para nos distinguir de outros cristãos. Cremos que o modelo bíblico ainda é válido. Aceitar uma denominação é um desvio daquele modelo. Somos, portanto, de acordo com o preceito bíblico, irmãos unidos na fé e no testemunho do Senhor Jesus Cristo, tendo por única regra de fé e de prática, a Bíblia Sagrada, rejeitando a existência de quaisquer ordenações clericais humanas que, ao abrigo da tradição ou de preceitos humanos, tenham autoridade para interferir na fé que uma vez foi dada aos que crêem, pelo Senhor Jesus Cristo, pelos apóstolos e pela Palavra de Deus.
Como irmãos, não há ninguém superior ou inferior, sendo todos iguais perante o Senhor Jesus Cristo, segundo a Bíblia Sagrada, cujos preceitos devem ser observados, não como um ritual ou uma obrigação vinculística, mas na alegria de O servir com a liberdade com que Cristo nos libertou.

O Administrador,
- Joel Pereira