domingo, 21 de abril de 2013

Comentário da Escola dominical do dia 21 de Abril 2013


Aniversário da Igreja em Monjolos
 
Para entrar no assunto, referido pelo título da nossa lição, precisamos dimensionar a importância do autores; o que faremos a seguir:
Lucas – Médico certamente curioso como todo cientista, ao ouvir as narrativas conforme ele mesmo diz, dos fatos coordenados, que aconteceu, e conforme chagou aos seus ouvidos, por testemunhas oculares, bem como ministros da Palavra; despertou um interesse de executar uma investigação minuciosa, para informar ao seu amigo e excelentíssimo Teófilo uma exposição ordenada dos fatos, certificando-se das verdades ditas sobre os acontecimentos. Com isso, inspirado pelo Espirito Santo; Lucas faz parte do escritores da Bíblia.

Paulo – Comprova com testemunho pessoal, afirmando que recebera de Deus, o que nos foi revelado gratuitamente; e com grande responsabilidade falamos aos demais não com sabedoria humana, mas ensinadas pelo Espirito Santo, para comparar coisas espirituais com espirituais. I Cor 2.12,13; e ainda afirma que o tesouro que temos é frágil, para não nos apoiar nele, mas que a excelência do poder seja de Deus e não de nós. II Cor. 4.7. Aponta ainda a Timóteo as vantagens de saber de onde vem o aprendizado, a fonte do ensino, o que aprendeste desde a infância, com sua mãe e com sua avó, fonte segura de um ensino de qualidade. Porque este aprendizado vem das Escrituras Sagrada, inspirada, útil para o ensino, para repreensão, para correção, para educação na justiça. II Timóteo.3.14-16;

Pedro -  Elucidação das Escritura não pertence a vontade do homem mas sim é propriedade de Deus ( Homens falaram da parte de Deus); II Pedro 1.20,21;
João – Foi a testemunha ocular, porque ele viu, Jesus revelou a João o que aconteceria através daquela visão, e ele não omitiu tais informações, faqz muito bem estar atento, a nossa felicidade, ou bem-aventurança está em ler e ouvir tais profecias. João escreveu às sete igrejas da Ásia.
Gercino M. Araujo

sábado, 20 de abril de 2013

A FÈ EM DESENVOLVIMENTO


 
Nos oitenta anos do irmão Jairo em Ouro Preto de Minas Gerais
II Pedro 1.16-21
Pedro faz usa da sua experiência com o Senhor Jesus, testemunhar sobre a fidelidade das Escrituras e Sua inspiração, bem como dar autenticidade da pessoa de Jesus entre os Homens como sendo o filho de Deus o Messias. Foi um fato presencial, não foi um conto que ouviram, o que viram e testemunharam. Sua Majestade foi contemplada com honras e glórias da parte de Deus, Quando veio a voz que dizia: Este é meu Filho amado em quem me comprazo. Uma vez que a ouviram e guardaram, o que bem fazeis atendendo como a luz que alumia, até que o dia esclareça em vossos corações. Porque nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação, pois não foram produzidas por vontade humana, mas em todas elas, homens inspirados pelo Espirito Santo, falaram.
Gercino M.Araujo

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Aprendendo a conquistar amigos.



Logotipo da Igreja Cristã
 Evangélica em Monjolos
Mateus 9.9-13 V 9) E Jesus, passando adiante dali, viu assentado na recebedoria um homem, chamado Mateus, e disse-lhe: Segue-me. E ele, levantando-se, o seguiu. V 10) E aconteceu que, estando ele em casa sentado à mesa, chegaram muitos publicanos e pecadores, e sentaram-se juntamente com Jesus e seus discípulos. V 11) E os fariseus, vendo isto, disseram aos seus discípulos: Por que come o vosso Mestre com os publicanos e pecadores? V 12) Jesus, porém, ouvindo, disse-lhes: Não necessitam de médico os sãos, mas, sim, os doentes. V 13) Ide, porém, e aprendei o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifício. Porque eu não vim a chamar os justos, mas os pecadores, ao arrependimento
.Introdução.
Muitas vezes achamos que a solução certa para evitar as más influências, é tão simples, como evitar as pessoas que não são crentes, e que por isso mesmo, não servem para conviver conosco sob pena de sermos influenciados por elas. Mas ela começou a trabalhar, e logo percebeu que no trabalho o serviço era feito em equipe.
Trabalho em equipe: requer participação de todos em um só serviço, e nem todos professam a mesma fé em Cristo; é ai que começa o nosso testemunho pessoal. O jovem Carlos a ajudar ao jovem Tande na limpesa das mesas, pois era um restaurante e precisavam entrgar oserviço para a outra turma em condições igiênica satisfatória.
Tande: “Obrigado Carlos por sua ajuda”, preciso me apressar essa noite e estudar para um exame difícil de quimica amanhã. Os testes da professora Cristina são relmente complicados.
Carlos: Você também tem a professora Critina como professira de quimica? “Porque não estudamos juntos para este teste”? Tande e Carlos gastaram duas horas na biblioteca estudando para o teste. Carlos descobriu que tande nunca tinha estado dentro de uma igreja, e percebeu que eles tinham muita coisa em comum. “Talvez” Carlos pensou, Deus tem um bom motivo para Tande e eu sermos amigos.
Com o tempo, Carlos começou a fazer amizade com oa não-cristãos. Seu medo inicial de que os não-cristãos seriam uma ifluência negativa para ele despareceu rapidamente. Na realidade ele descobriu que muitos dos seus amigos não-cristãos tinham fome da palavra de Deus
A vocação de Mateus: ensina que Jesus chama a quem conhece (Rm 8.29,30) que a chamada de Jesus pode resultar em mudanças de emprego.; que um pessoa chamada por Jesus pode querer “fazer-lhe um grande banquete” (Lucas 4.29); que Mateus era um dos doentes que necessitava de médico.
“Misericórdia quero e não sacrifícios” O Senhor cita duas vezes Oséias 6.6; aquí com referência a ele comer com publicanos e pecadores (v 13) e em Mateus 12.7; quando os fariseus se queixaram que os discípulos violavam o sábado e comeram espigas. O que Deus, em Oséias, pede a seu povo não é sacrifícios e ofertas queimada, mas misericórdia e o conhecimento de Deus. É a mesma verdade que Samuel ensinou ao rei Saul: “Obedecer é melhor do que sacrificio, e o atender do que a gordura de ovelhas”. Jesus quis dizer: “Eu, o Senor, desjo modtrar-vos misericórdia, e não exigir sacrifícios”.
Jesus come com publicanos e pecadores:
Em Mateus 9.9-13Jesus resolveu comer com Mateus, um cobrador de impostos, e com outros “pecadores”. Essa ação despertou a ira de muitos lideres religiosos. Veja a resposta de Jesus para esses líderes.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

O HOMEM NÃO ENTENDE A DEUS




Entendimento  pré-histórico
Até hoje, mesmo após o Evangelho ser tão difundido, homens que se diz separados para servirem a Deus, usam, em nome de uma religiosidade cega, imagem de esculturas com o pseudo-pretexto de relembrar os mártires do passado e utilizam uma passagem bem conhecida para justificar este ato de idolatria oculta – “ E disse o Senhor a Moisés: Faze uma serpente ardente e põe-na sobre uma haste; e será que viverá todo mordido que olhar para ela. E Moisés fezuma serpente de metal e pô-la sobre uma haste; e era que, mordendo alguma serpente a alguém, olhava para serpente de metal e ficava vivo.” Nm 21:8,9.
Mas não divulgam o fato do rei Ezequias ter quebrado todas as estátuas dos altos(santuários com imagens), inclusive a serpente usada por Moisés, num propósito específico de Deus – “ E fez o que era reto aos olhos do Senhor, conforme tudo o que fizera Davi, seu pai. Este tirou os altos, e quebrou as estátuas e deitou a baixo os bosques, e fez em pedaços a serpente de metal que Moisés fizera, por quanto até àquele dia os filhos de Israel lhe queimavam incenso e lhe chamavam Neustã No Senhor, Deus de Israel, confiou, de maneira que,. Depois dele, não houve seu semelhante entre todos os reis de Judá, nem entre os que foram antes dele.” II Reis 18:3-5.
A fé havia dado lugar  às obras que suplantaram superficialmente, do mais indireto dos pecados à mais diabólica das armadilhas que o homem poderia criar para si próprio – “Mas o justo viverá da fé; e se ele recuar, a minha alma não tem prazer nele.” Hb 10:38. GMA

MEDITAÇÃO



A unanimidade nos quatro Evangelhos registram a primeira eleição: Simão, filho de Jonas que seria apelidado de Cefas que também quer dizer “Pedro”. Observamos que o nome usado não importaria tanto, pois a eleição de Deus acontecera através do que havia no interior de seu coração, portanto nomes e títulos não compram passagens para o céu, a diferença tão somente se fará pelo que cremos (fé) e o que fazemos (obras) – Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie. Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para qie andássemos nelas. Efesios 2:8-10
GMA
Casa de Oração em construção, no Vale do Sol - Itaboraí RJ

sábado, 30 de março de 2013

O SIGNIFICADO DO BATISMO


                 
O batismo
Uma questão que devemos entender, é a do significado do batismo. Será que o batismo faz alguma coisa para o candidato?

O catolicismo romano diz que o batismo dá ao homem a fé  e que apaga o pecado original ( Catecismo,1993 $168).

A tradição protestante, ou reformada um tanto ou quanto reservada diverge do catolicismo a este respeito e ensina que o batismo é um meio da graça de Deus. No protestantismo é muito fácil encontrar afirmações como esta. A questão é bastante facilitada pela verdade que já analisamos; o batismo é um símbolo. Desta forma não é um sacramento, mas uma ordenança. Podemos ver em Efésios 2.8-9;  que a graça vem por meio da fé; não existem outros meios da graça divina, como batismo ou Ceia do Senhor. Nem como chegar a Deus a não ser pela fé. E o mesmo que tentar alcançar a salvação, por meio das obras. Se é pelo batismo que nos tornamos herdeiros da vida eterna, ou pagamos os nossos pecados retiramos o poder do sangue de Jesus Cristo derramado no calvário.

quarta-feira, 20 de março de 2013

A CEIA

A Ceia


1 Coríntios 11.17-34

Amada congregação do Senhor Jesus Cristo,

Quando celebramos a santa Ceia, aqui nesta região de São José e Maragogi, temos o costume de esperar pelos outros. Nenhum irmão põe o pedacinho de pão que recebe logo na boca. Primeiro todos recebem seu pedacinho de pão. Só depois, quando todos tiverem o pedacinho de pão na mão, os irmãos levantam as mãos para pô-lo na boca. Todos comem o pão exatamente no mesmo momento, levantando ao mesmo tempo as mãos, como se fosse um só movimento, o movimento de um só corpo. Da mesma forma procedemos também quando recebemos o vinho. Os irmãos esperam pelos outros, e só bebem quando o último irmão tiver o copinho na mão. Este procedimento, o procedimento de comer e beber simultaneamente, parece um detalhe de menor importância. Porém, podemos entender que este detalhe é muito bonito. O costume de todos nós comermos e bebermos simultaneamente, nos mostra de uma forma bastante expressiva o sentido mais profundo da santa Ceia. Qual é esse sentido mais profundo da santa Ceia? É que podemos experimentar a alegria de vivermos todos em comunhão com Cristo, e que todos nós, pela comunhão que temos com Cristo, somos um.

“Esta também é a forma usada na Igreja em Duque de Caxias (Central)”

Em Corinto, onde havia uma igreja de Cristo, a maneira de celebrar a santa Ceia, era bem diferente da nossa prática. Os irmãos de lá não usavam um pedacinho de pão, nem aqueles copinhos que nós temos. Os irmãos da lá marcaram a ceia do Senhor, reunindo-se numa casa residencial ou num galpão. Eles traziam pão, vinho e mais outros alimentos. Alguns traziam bastante, outros traziam pouco. Mas isto não foi problema não. O importante era a participação de todos os irmãos em Cristo. Todos se reuniram para jantar. Todos comiam e bebiam até ficarem satisfeitos. Foi um encontro, onde os irmãos podiam alegrar-se juntos, dando graças ao Senhor e cantando louvores a Deus. No fim do jantar, eles partiram o pão em memória de Cristo e também levantaram o cálice em memória de Cristo, relembrando a morte do Salvador. Assim, a ceia do Senhor era uma ceia mesmo. Os irmãos jantaram juntos, e desta forma eles tinham uma oportunidade de sentir muita comunhão e alegria.

Agora, os irmãos em Corinto não comeram e beberam simultaneamente. O que aconteceu em Corinto foi o contrário. "Eles não esperaram pelos outros", diz o apóstolo Paulo em 1 Coríntios 11:21. O que aconteceu foi o seguinte. Chegaram primeiro pessoas com muita comida e várias garrafas de vinho. Elas logo começaram a comer e beber. Depois chegaram ainda outros irmãos, entre eles também irmãos necessitados, que largaram mais tarde de seu serviço. O que aqueles irmãos necessitados presenciaram, ao entrar na sala onde os irmãos estavam, foi o seguinte: Eles viram que os irmãos, que tinham chegado primeiro, já comeram e beberam bastante. Pior ainda. alguns irmãos até se encontravam em estado de embriaguez. Não tinha sobrado nem pão nem vinho para os irmãos necessitados que chegaram atrasados. Assim alguns irmãos voltaram para casa, com fome, e certamente também com muita tristeza. Pois perdeu-se uma oportunidade para experimentar a comunhão fraternal. A santa ceia lá em Corinto virou uma desgraça. O apóstolo Paulo até disse: "Quando vocês se reúnem, não é para comer a ceia do Senhor" (1 Coríntios 11:20). Ou seja: a ceia de vocês lá em Corinto, onde alguns se deitam bêbados debaixo da mesa enquanto outros não acham nada para comer, não é a santa ceia.

Qual foi o problema, lá em Corinto? Será que a situação teria sido melhor, se eles tivessem conhecido a nossa maneira de celebrar a santa ceia? Será que comendo e bebendo simultaneamente, a ceia do Senhor é celebrada de uma forma mais digna? Não, irmãos, não é um ritual ou um costume que faz a diferença. Por trás da anarquia na hora da santa Ceia em Corinto, havia outro problema. Até os cultos e as reuniões não eram uma bênção. Os cultos e as reuniões lá em Corinto mais faziam mal do que bem (1 Coríntios 11:17). Havia divisões. Os irmãos não eram um só corpo, como devia ser. Havia divisões e divergências. Havia irmãos, que não eram irmãos. Eles estavam lá, mas não estavam lá para submeter-se a Cristo e servir aos outros. Eles estavam na igreja, mas não eram crentes de coração. Alguns irmãos, não suportavam os outros. Alguns irmãos, não falavam com determinados outros irmãos. Os irmãos não eram um. É por conta disto, irmãos, que a santa Ceia em Corinto virou uma desgraça e uma confusão.

De fato, a forma de celebra a santa ceia, comendo e bebendo simultaneamente, ou esperando cada um a sua vez para comer o pão e beber o vinho (com se faz em muitas igrejas), não importa muito. O que realmente importa é se os irmãos entendem ou não o sentido da santa ceia. A santa ceia não é ceia qualquer. Não é um jantar comum, onde todos chegam só para encher a barriga, limpar a boca e voltar para casa. A santa ceia é a ceia instituída pelo Senhor Jesus Cristo. Na noite em que ele foi traído, ele pensou em nós, e instituiu a santa ceia. "Ele tomou o pão e, tendo dado graças, partiu-o e disse: 'Isto é o meu corpo, que é dado em favor de vocês'" (1 Coríntios 11:24). Assim o Senhor deixou bem claro: 'Daqui a pouco o meu corpo será sacrificado e morto, mas faço isto por vocês'. Irmãos, estas palavras nos mostram o verdadeiro sentido da santa ceia. O Senhor Jesus Cristo nos ordenou partir e comer o pão para termos consciência de seu grande sacrifício em favor de nós. É isto que todos os participantes da santa Ceia devem saber: O Senhor deu seu corpo e seu precioso sangue por mim e também pelos demais pecadores que estão aqui. Celebrando assim a ceia do Senhor, "recebendo com verdadeira fé todo o sofrimento e morte de Cristo, recebemos o perdão dos pecados e a vida eterna" (Domingo 28).

É disto que todos têm que ter consciência. A santa Ceia é um sinal seguro da morte de Cristo, e tem um sentido muito profundo. Aqueles que recebem o corpo e o sangue de Cristo, cujos pecados são perdoados, eles não podem mais ser pessoas que não se entendem uma com a outra. É impossível cada um de nós termos comunhão com Cristo, que se entregou por nós, sem termos também comunhão uns com os outros. Se Cristo nos amou tanto, nós também devemos amar uns aos outros. "Nisto consiste o amor: não em que tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados. Amados, visto que Deus assim nos amou, nós também devemos amar-nos uns aos outros" (1 João 4:10-11). O catecismo explica isto com outras palavras, dizendo: "Receber o corpo e o sangue de Cristo na santa ceia significa receber perdão dos pecados e a vida eterna. Mas significa também ser unido cada vez mais ao santo corpo de Cristo, pelo Espírito Santo que habita tanto nele como em nós" (Domingo 28).

É isto que importa, irmãos. Aqueles que celebram a santa Ceia, recebendo o corpo e o sangue de Cristo, eles se tornam, pela graça imerecida que receberam, cada vez mais, membros vivos e ativos do corpo de Cristo, que é a igreja. Se Cristo morreu por cada um de nós, a única coisa que podemos fazer ainda é amar os irmãos, pois os dons que Cristo dá não são para alguns, mas para todos. Cristo dá o perdão dos pecados e o Espírito Santo a todos que recebem o corpo e o sangue de Cristo pela fé. Isto é um privilégio tão grande, isto é um poder tão forte na vida dos filhos de Deus, que todos que participam da santa Ceia não podem mais fazer nada a não ser amar uns aos outros, como Cristo mandou. Se Cristo entregou a sua vida por cada um de nós, nós também devemos entregar a nossa vida pelos nossos irmãos. Assim, irmãos, podemos e devemos celebrar a santa ceia. A palavra chave é: "comunhão": comunhão com o corpo e sangue de Cristo, comunhão com o Espírito de Cristo, e comunhão com os irmãos, os quais são os membros do corpo de Cristo.

Irmãos, agora dá para entender por que é tão bonito comermos e bebermos ao mesmo tempo, simultaneamente. É um detalhe que expressa o verdadeiro sentido da santa Ceia. Da mesma forma que comemos e bebemos simultaneamente, lado ao lado, temos que viver também, sempre buscando a união e a comunhão. O que importa é termos o mesmo modo de pensar, o mesmo amor, um só espírito e uma só atitude. Devemos ter consideração por todos. Não devemos apenas cuidar dos nossos próprios interesses, mas devemos cuidar também dos interesses dos outros (Filipenses 2:2-4). É isto que Cristo nos ensina quando celebramos a santa ceia. Ele deu a sua vida por todos nós, e nos comprou com seu precioso sangue. Agora, o nosso dever é servir somente a ele, amando uns aos outros, conforme ele nos ordenou. Desta forma a santa ceia se torna um meio santo para crescermos em poder e amor, para que a nossa igreja seja cada vez mais uma igreja unida, uma igreja para a honra e a glória de Deus.