quarta-feira, 28 de abril de 2021

A Ameaça da Seuias I

 Apresentação

    As seitas tem surgido em numero muito elevado nos últimos tempos no Brasil.

Uma heresia que precisa ser rechaçada, pois elas estão assustando com o seu desenvolvimento; será que estamos preparados?

       O pior em que todo este esquema herético é que as seitas visam principalmente aos que possuem, ou dizem possuir, uma experiência religiosa (conversão) e já fazem parte de uma igreja. Em muitos casos, infelizmente, às seitas são bem sucedidas, principalmente entre os jovens.

       O sucesso das seitas tem demonstrado que os métodos educacionais de nossas igrejas precisa ser revisto; o doutrinamento precisa ser intensificado e a dedicação dos membros da igreja levada mai a sério.

       “O mapa sociológico e geográfico das seitas tende a colocar-se sobre o mapa das debilidades e das ausências que ocorre em nossas próprias comunidades”.

       A realidade da existência das seitas demonstra a atualidade do tema pois as seitas seduzem pela forças de suas convicções, pela sinceridade do seu entusiasmo e pela simplicidade de sua doutrina.

 Definindo uma Seita

  No seu sentido original, seita significa uma escola, modo de pensar e de viver que é seguido por pessoas. Este sentido não é pejorativo, visto que o próprio cristianismo foi denominado de seita (Atos 26:5).

O termo aparece 06 vezes no livro de atos (At 15:05; 5:17; 24:5; 24:14; 26:5; 28:22;) 1vez em 1Cor 11:19; 1 vez em Gal 5:20; 1 vez em II Pd 2:1; com o passar do tempo o termo foi adquerindo um significado negativo ou seja, espírito sectário, ferrenho, estreito, agressivo, maquiavélico.

                    Na época do apostolo Paulo ele escrevia ousadamente contra os movimentos sectários que ora negava a divindade de cristo, ora impunha condições ao povo de Deus. Do início do cristianismo aos tempos da idade média, surgiram movimentos sectários que os líderes da igreja ortodóxa rechaçaram com afinco e denodo.

                    Quando falamos em seitas estamos pensando em: um sistema, um grupo religioso, um agrupamento, um movimento livre que em si mesmo implica censura. Este grupo possui sua doutrina particular, seus próprios princípios, que diferem daqueles que dirige o corpo de Cristo

                    Na realidade nenhuma seita se considera a si mesma como tal. São igrejas pois outros movimento as denominam assim.

                    Veremos neste capítulo algumas linhas gerais que nos permitem definir mais claramente uma seita.

Levando-se em consideração o

comportamento das seitas contemporâneas, os dicionário as definem como: grupo doutrinário ou conjunto de pessoas que professam uma crença ou obstinação, divergindo da opinião pública ortodoxa, ou seja daquela que é considerada genuína, verdadeira, seita é ficção, parte, comunidade fechada, partido.

O. de La Bresse em seu dicionário del Cristianismo apresenta um comparação válida entre igreja e as seitas: “A igreja é comunidade religiosa que tem como fim reunir toda a humanidade sobre a mesma regra, agrupando tanto pecadores como santos”. “Seitas é o agrupamento voluntários de convertidos limitados somente aos adultos com exclusão dos pecadores, isto é, reservado somente aos que se comprometem com os seus ideais”

Compreendendo as razões do surgimento e do crescimentos das seitas

 As seitas sempre surgem por consequência de uma reação contra uma Igreja Oficial, contra uma denominação religiosa ou contra uma outra seita a que pertencia o seu fundador.

                    Vejamos alguns exemplos: Testemunha de Jeová, Tabernáculo da Fé, Igreja apostólica, Igreja da Unificação e outros. Uma vez sendo considerada corrupta, corrompida, insatisfatória, o iniciador rejeita sua religião ou denominação, organizando assim um movimento com princípios, doutrina e regras que o satisfazem, levando quase sempre outros contigo.

                    O que as seitas possuem de bom, que a Igreja não tem?

                    Será que os lideres das seitas são melhor compreendidos? Porque as pessoas aderem as seitas? Essas perguntas serão respondidas à medida que formos nos aprofundando no assunto.

                    Estando o povo em geral insatisfeito com sua vida religiosa, os lideres das seitas prometem satisfação aos seus seguidores.

                    O homem sente necessidade do místico e do religioso; sente necessidade de maior identificação com sua vida religiosa, mais consagração. Esses sentimentos são pontos nevrálgicos aproveitado pelas seitas. Oferecem ajuda para todas as necessidades e remédio para as tentações. Zelam pela difusão das seitas indo de casa em casa. Há também influência literária distribuídas que vai doutrinando os adeptos.

                    A exemplo disto verificamos os cientistas cristãos que mantem salas de literatura em muitas cidades. As Testemunha de Jeová também difundem as suas literaturas. Outro fator que favorece o crescimento das seitas é o espirito autoritário incutido em seus adeptos. Eles creem que estão com a verdade e não procuram a verdade pois não admitem ser contrariados.

Conhecendo seus Métodos de Trabalho

 As seitas negligenciam os pontos bíblicos mais importante como por exemplo: enfatizar a doutrina da volta de cristo, doutrina dos dons do Espirito Santo seus líderes se prendem a certas verdades proféticas dando-lhes proeminência exagerada. Essa ênfase exessiva dada  a certas doutrinas ou idéia quebram o equilibrio que caracteriza a mensagem cristã.

                    Nas seitas Jesus não é o centro das atenções, mas sim seus fundadores, os profetas ou outos deuses. O homem deve esforçar-se para obter a salvação, sendo Cristo alguém muito diferente do Cristo bíblico.

                    Na interpretação bíblica utilizam textos isolados, desprezando os princípios auxiliares da H. Hermenêutica. Deformam palavras e até frases inteira para adaptá-las a suas doutrinas.

                    Sempre que uma seita eleva um livro ou uma série de livros ao n´vel das Escrituras, pretendem destruir  a autoridade da Palavra de Deus. Para estes, tudo que está no mundo ou nas Igrejas é corrupção, é do diabo. (Testemunha de Jeová). 

                    Por último falaremos do acentuado espirito de proselitismo que os adeptos da seita cultivam, atingindo pessoas que ja possuem sua religião ao invés de procuraram pecadores para levarem a Cristo.

                    Podemos enumerar diverso erros de proselitismo das seitas que em muito se diferenciam do espirito evangelístico dos cfrentes em cristo Jesus

1 – Toda espécie de coação fisica, pressão moral, psicológica que privem o homem de seu juizo pessoal e de seu poder de decisão livre e responsável.

2 – Todo benefício temporal ou material oferecido de maneira aberta e velada em troca de aceitação da fé.

3 - Toda a utilização de um estado de miséria, de debilidade ou ignorância para levar alguém à conversão.

4 - O recurso a um motivo que não tem relação com a fé e que é oferecido para um mudança de religião. A exemplo temos o uso de motivação política seja para garantir o apoio dos governante ou dos opositores

5 – Qualquer alusões feita às convicções e a conduta das demais religiões feitas para angariar adeptos.

                    Estas observações feitas por Paulo Bratti enquadram-se perfeitamente na conduta e atitude dos adeptos das seitas e são reprováveis.

Enfrentando Devidamente Os Adeptos das seitas

 Uma verdade bastante evidente que se apresenta a nós quando nos defrontamos com o grande números de seitas existente, não somente no Brasil mas em todo o mundo, é a que se encontra em II Pedro 2:1-3; “Mas houve também entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá falsos mestres, os quais introduzirão encobertamente heresias destruidoras, negando até o Senhor que o resgatou, trazendo sobre si mesmo repentina destruição. E muitos seguirão as sua dissoluções e por causa deles será blasfemado o caminho da verdade. Também movido pela ganância e com palavras fingidas, eles farão de vós negócios: a condenação dos quais já de longo tempo não tarda e a sua destruição”.  Jesus mesmo advertiu: “Igualmente hão de surgir falsos profetas e enganarão a muitos.” (Mt 24:11).

                    O surgimento de muitas seitas não deve abalar o verdadeiro crente nem atrapalha-lo pois ele compreende serem elas uma evidência de que a vinda de Jesus Cristo está próxima. O ponto positivo do surgimento destas seitas é uma demonstração de que o crente precisa estar preparado intelectualmente conhecendo cada uma delas. Bem preparados espiritualmente, alcançando a maturidade de um varão perfeito e atendendo na comunhão dos crentes, as necessidades para que eles não abandonem a comunhão do salvos por Jesus Cristo.

                    Apresentamos a seguir cinco necessidades que, de certa forma, são satisfeitas pelo culto e pela união dos adeptos das seitas

 1-         Necessidade de conversão pessoas e oração espontânea ao Senhor. As religiões ou denominações que não proporcionam tal experiência a seus membros estão fadados a perderem alguns para seitas que enfatizam o culto entusiástico e participativo.

2-         Necessidade de um ambiente fraternal, animado pelo amor mútuo dos seus membros. A comunhão entre si dos irmãos é uma necessidade básica dos crente em Jesus Cristo. Podemos acrescentar aqui tres pontos: rever sua pastoral dos enfermos e da juventude, rever os métodos pedagógicos de sua Igreja, rever a estrutura de sua Igreja, criando forma de interdependência para integrar seus membros.

3-         Necessidades de uma ética de costumes mais rígidos, pois os crentes amadurecidos sentem a importância de se diferenciarem das pessoas não convertidas a fim de testemunharem a sua fé e evidenciarem a sua conversão em Jesus Cristo.

4-         Necessidade de um estudo profundo das Escrituras Sagradas pois as pessoas que buscam um experiência religiosa demonstra a fome e a sede que possuem da Palavra de Deus. As doutrina bíblicas devem ser estudadas; os versículos devem ser decorados; deve haver meditação sobre o texto afim de que todos os outros estejam bem alicersados na verdade pura da Bíblia.

5-         Necessidade de evangelizar: Todos os crente devem ser convocados a propagar a fé, por onde quer que andem, a tempo e fora de tempo para que maior número possível de pessoas sejam salvas por Jesus Cristo.

Combatamos efetivamente os falsos mestres de nossos dias estando preparado intelectualmente (Jd 17-19); estabeleça um paralelo entr seitas e o ensino bíblico e assim estará preparado para qualquer vento de doutrina (I Pe 3:15-16).

Preparo Ofensivo para os Adeptos das Seitas

 No preparo ofensivo em relação aos adeptos das seitas, os crentes farão sete perguntas aos mesmos e, confirme suas respostas, tomarão conhecimentos da situação em que se encontram, o que abrirá caminho para evangelização e exposições das convicções cristãs.

 1 – Você baseia seus ensinamentos em outras relações ou escritos sacros além da Bíblia?

 2 – È uma missão fundamental pregar o evangélho de Jesus Cristo?

 3 – Você cre que o Senhor Jesus é o Messias, o Crusto, o Ungido de Deus que veio em carne para nos libertar dos nossos pecados como lemos em I Jo 4: 1-3;?

 4 – Você acredita que o sangue derramado pelo salvador Jesus Cristo é a única base pela qual obterá o perdão dos seus pecados como lemos em Rom 3:24-25;?

 5 – Você crê que o senhor Jesus Cristo ressuscitou dos mortos?

 6 – Você crê pessoalmente em Jesus Cristo como seu Redentor e Senhor? Jo 3:18;

 7 – Você depende de algum esforço e empreendimento Próprio para sua salvação ou está sua fé firmada exclusivamente na graça de Deus revelada em Jesus Cristo?

  As perguntas não visam à humilhação de nossos semelhantes que são alvo do amor de Deus, tampouco visam engrandecimento daqueles que a formulam.

                Quando lutamos contra uma seita não lutamos contra uma forma de verdade religiosa, mais sim contra o erro, contra o diabo, através de suas variada manifestações. Toda seita: Jesus Cristo (Jo 8:32-34; 10: 41; 14:6; 19:13; 18:37; At 26:5.

Setas proféticas Profecias que decepcionam

 As seitas proféticas constituem um fenômeno característico do mundo ocidental. São oriundas de cisões de seus fundadores com as denominações tradicionais já existentes, que conservam os mesmos padrões e estrutura doutrinárias inspiradas na Bíblia Sagrada, principalmente no Novo Testamento, que surgiram para defender a Palavra de Deus eo verdadeiro Cristianismo.

                    As seitas são, em sua maioria, movimentos que surgiram a partir de uma visão fanáticas de um membro, de uma “revelação” pessoal ou de uma interpretação descontextualizada de algumas passagens bíblicas. De modo contrário ao surgimento das denominações, as seitas surgiram do erro, permanecem no erro, e portanto são condenadas ao fracasso, cedo ou tarde.

                    O ser humano é religioso por natureza: ou cre em um Deus verdadeiro ou se fanatiza na adoração de ídolos (Sl 35:15-18); ou ainda pode se submeter a uma liderança insegura, enganosa de um falso profeta, um lobo vestido de ovelha – homens que ao profetizarem decpcionam e escandalizam.

 Resumo

 Ficamos sabendo que as seitas visam os crentes ( principalmente os Jovens) e as igrejas, e não aos pecadores perdidos.

                    Os métodos educacionais das igrejas precisam ser revistos, levados a sério. As seitas tendem a se colocar sobre as debilidades  ou ausências que existem nas comunidades.

                    Seitas é um método de pensar, viver, seguido por pessoas

  Ao falar de seitas, pensamos em um sistema, um grupo religioso, um agrupamento, movimento livre em si mesmo, implica censura.

                    O dicionário define seita como: grupo doutrinário  que professa um crença com obstinação, divergindo da opinião pública e ortodoxa.

                    Brasse apresenta uma comparação válida entre igreja e seita. “Igreja é uma comunidade religiosa que tem como fin reunir toda a humanidade sob a mesma regra. Seita e um agrupamento limitado que exclui os pecadores”.

                    As seitas surgem de movimentos contra a igreja oficial por qualquer incompatibilidade de seus fundamentos.

                    As seitas não pregam a volta de Cristo. Prendem-se a certas verdades periféricas, dando-lhes muita importância. De acordo com esses ensinamentos o homem deve esforçar-se para obter salvação.

                    As seitas servem principalmente para alertar os crentes sobre a vinda de nosso Senhor Jesus, e estarmos preparados para ir ao seu encontro.

                    Quando lutamos contra as seitas, não lutamos contra um sistema de pregar a verdade e sim contra doutrinas errôneas que querem através de suas convicções, convencer principalmente aos jovens crente ou debilitados que não possuem prepara para enfrentá-los.


_Autor Ministrante_____

Gercino Maximiano de Aaraujo

Presbítero Emérito

 

 

Vamos continuar com o estudo

Próximo capitulo: Exercício


 



segunda-feira, 26 de abril de 2021

1 Timóteo 5:17 ► Versos paralelos


Bíblia Atualizada
Os presbíteros que administram bem a igreja são dignos de dobrados honorários, principalmente os que se dedicam ao ministério da pregação e do ensino.

João Ferreira de Almeida Atualizada
Os anciãos que governam bem sejam tidos por dignos de duplicada honra, especialmente os que labutam na pregação e no ensino.   

1 Timóteo 5:1
Não repreendas o idoso com aspereza, mas admoesta-o como a um pai; bem como aos jovens, como a irmãos;

 

1 Timóteo 3:5
Porquanto, se alguém não sabe governar sua própria família, como poderá cuidar da Igreja de Deus?

 

Mateus 24:25
Vede que Eu o preanunciei a vós! Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor.

 

Lucas 12:42
Ao que o Senhor lhe asseverou: “Quem é, portanto, o administrador fiel, que age com bom senso, a quem seu senhor encarrega dos seus servos, para ministrar-lhes sua porção de alimento no tempo devido?

 

Romanos 12:8
se é encorajar, aja como encorajador; o que exorta faça-o com dedicação o que contribui, com liberalidade o que preside com diligência; coopere com generosidade; se é exercer liderança, que a ministre com zelo; se é demonstrar misericórdia, que a realize com alegria. O amor é a base dos dons

 

 

1 Tessalonicenses 5:12,13
Caros irmãos, agora vos suplicamos que dedicais toda a consideração para com os que se esforçam no ministério, os quais vos lideram e aconselham no Senhor; …

Hebreus 13:7,17,24
Lembrai-vos dos vossos líderes, que vos ensinaram a Palavra de Deus; observando-lhes atentamente o resultado da vida que tiveram, imitai-lhes a fé. …

be.

 

1 Timóteo 5:3
Tratai com toda atenção as viúvas que, de fato, são necessitadas de ajuda.

 

Atos 28:10
E eles nos prestaram muitas homenagens e honrarias e, quando estávamos prestes a embarcar, nos ofertaram todo o suprimento de que necessitávamos para a viagem. Paulo chega a Roma e é preso

 

Romanos 15:27
Tiveram grande alegria nessa assistência, e de fato são devedores aos santos de Jerusalém. Pois, se os gentios participaram das bênçãos espirituais dos judeus, devem igualmente servir aos judeus com seus bens materiais.

 

1 Coríntios 9:5-14
Não temos nós o direito de levar conosco uma esposa crente como fazem os demais apóstolos, os irmãos do Senhor e Pedro? …

 

Gálatas 6:6
O que está sendo orientado na Palavra deve compartilhar tudo o que possui de bom com aquele que o instrui.

 

Filipenses 2:29
Recebei-o, portanto, no Senhor, com grande alegria, e sempre honrai pessoas como ele;

 

 

2 Reis 2:9
Assim que atravessaram, Elias propôs a Eliseu: “Pede-me o que queres que eu te faça, antes que seja levado para longe de ti”. Ao que respondeu Eliseu: “Rogo-te, como herança, porção dobrada de teu poder espiritual!”

 

Isaías 40:2
falai ao coração de Jerusalém e dizei-lhe em alta voz que a sua missão está completa e que a sua obra se cumpriu, que a sua iniquidade está expiada, que ela recebeu da mão de Deus retribuição em dobro por todos os seus pecados.

 

 

Jeremias 16:18
Retribuirei em dobro a sua maldade e o seu pecado, porque contaminaram a minha terra com os cadáveres dos seus ídolos detestáveis, e com suas abominações encheram a minha herança!”

 

Jeremias 17:18
Que os meus perseguidores sejam envergonhados, mas que eu seja poupado; que eles sejam aterrorizados, mas não eu. Traze sobre eles o Dia da calamidade, e destrói-os com total extermínio.

 

Zacarias 9:12
Retornai à fortaleza, presos com esperança; hoje também anuncio que te recompensarei em dobro.

 

1 Timóteo 4:10
Pois é justamente para isso que trabalhamos e lutamos, porquanto temos depositado nossa esperança no Deus vivo, o Salvador de todos os homens, especialmente dos que crêem.

 

Mateus 9:37,38
Então, falou aos seus discípulos: “De fato a colheita é abundante, mas os trabalhadores são poucos. …

 

Lucas 10:1,2,7
Havendo passado estes acontecimentos, o Senhor nomeou outros setenta e dois; e os enviou de dois em dois, adiante dele, a todas as cidades e lugares que Ele estava prestes a visitar. …

 

João 4:38
Eu vos enviei para ceifar o que não plantaste. Outros realizaram o cultivo, e vós usufruístes do labor deles.” O salvador do mundo

 

Atos 20:35
Por meio de todas as minhas realizações, tenho-vos mostrado que, mediante trabalho árduo, devemos cooperar com os necessitados, lembrando as palavras do próprio Senhor Jesus: ‘É mais bem-aventurado dar do que receber’”. Paulo se despede orando com todos

 

Romanos 16:12
Saudai Trifena e Trifosa, mulheres que se dedicam arduamente ao trabalho no Senhor. Saudai a estimada Pérside, que igualmente empenhou-se com devoção à obra no Senhor.

 

1 Coríntios 3:9
Porquanto nós somos colaboradores de Deus; vós sois a lavoura de Deus e edifício de Deus. O dever dos ministros de Cristo

1 Coríntios 15:10
Mas, pela graça de Deus, sou o que sou. E a sua graça para comigo não foi inútil; antes, trabalhei mais do que todos eles; todavia, não eu, mas a graça de Deus que vive em mim.

 

1 Coríntios 16:16
que também vos sujeiteis aos que são como eles, assim como a todo que coopera e ministra na obra.

 

2 Coríntios 6:1
E nós, como cooperadores de Deus, vos exortamos a não acolher a graça de Deus de forma inútil.

 

Filipenses 2:16
retendo firmemente a Palavra da vida, para que, no dia de Cristo, eu tenha motivo de me gloriar no fato de que não foi inútil que corri e trabalhei.

 

Filipenses 4:3
Sim, peço a ti, leal companheiro de jugo, que as ajudes, pois ministraram comigo na causa do Evangelho, juntamente com Clemente e com meus outros cooperadores, cujos nomes estão no livro da vida.

 

2 Timóteo 2:6
O lavrador que trabalha arduamente deve ser o primeiro a participar dos frutos da colheita.

 

1 Timóteo 4:6,16
Orientando aos irmãos quanto a esses assuntos serás bom ministro de Cristo Jesus, nutrido pelas palavras da fé e da boa teologia que tens seguido. …

 

2 Timóteo 4:2
Prega a Palavra, insiste a tempo e fora de tempo, aconselha, repreende e encoraja com toda paciência e sã doutrina.

Ligaçõe
 

 

Contexto

1 Timóteo 5

17Os presbíteros que administram bem a igreja são dignos de dobrados honorários, principalmente os que se dedicam ao ministério da pregação e do ensino. 18Porquanto, afirma a Escritura: “Não amordaces a boca do boi quando estiver debulhando o cereal”, e ainda, “digno é o trabalhador do seu salário”. …

Referência Cruzada

 

Atos 11:30
E assim o fizeram, enviando suas ofertas aos presbíteros pelas mãos de Barnabé e Saulo. Um anjo liberta Pedro da prisão

Romanos 12:8
se é encorajar, aja como encorajador; o que contribui, coopere com generosidade; se é exercer liderança, que a ministre com zelo; se é demonstrar misericórdia, que a realize com alegria. O amor é a base dos dons

1 Tessalonicenses 5:12
Caros irmãos, agora vos suplicamos que dedicais toda a consideração para com os que se esforçam no ministério, os quais vos lideram e aconselham no Senhor;

1 Timóteo 4:14
Não deixes de desenvolver o dom que há em ti, que te foi outorgado por mensagem profética, com imposição de mãos por parte dos presbíteros.
1 Timóteo 5:19
Não aceites acusação contra um presbítero, se não houver mais duas ou três testemunhas.

 

Segue uma coletânia de versos cruzado para o deleite  e apreciaçao da palavra de Deus como alimento. Que ninguêm vos engane com palavras torpe construindo um caminho inverso ao que vinha andando. Não retroceda, não volte atraz eis um caminho por exelência que te leva ao porto seguro.

Gercino M.Araujo: Presbítero Emérito

 

sexta-feira, 26 de junho de 2020

“O coronavírus é um alerta de Deus para nos preparar para a volta de Cristo”


“O coronavírus é um despertar dado por Deus para estarmos prontos para a segunda vinda de Cristo”, segundo o pastor John Piper.
 Piper observa que embora a história da igreja esteja repleta de previsões fracassadas sobre quando será o fim do mundo, o que continua sendo verdade é que Jesus Cristo está voltando e, em sua vinda, ele julgará o mundo.

“Para aqueles que não estão prontos para encontrar a Cristo, esse dia chegará de repente como uma armadilha”, disse o pastor em artigo publicado pelo ministério Crossway.

Ele observa que, em Mateus 24, Jesus disse que haveria indicadores para sua vinda — como guerras, fomes e terremotos e chamou esses sinais de “dores de parto”. “A imagem é da Terra como uma mulher em trabalho de parto, tentando dar à luz o novo mundo, que Jesus trará à existência em sua vinda”, comenta.

O apóstolo Paulo também se referiu a esse cenário em Romanos 8:22, citando os sofrimentos atuais (como o coronavírus) como “dores de parto”. “Ele nos retratou em nossas doenças como parte das dores de parto do mundo. Nós gememos enquanto aguardamos a redenção de nossos corpos na vinda de Jesus”, explica.

“O que quero dizer é o seguinte: Jesus quer que vejamos as dores de parto (incluindo o coronavírus) como lembretes e alertas de que Ele está vindo e que precisamos estar prontos”, destaca Piper, citando Mateus 24:44, que diz: “Vocês precisam estar preparados, porque o Filho do homem virá numa hora em que vocês menos esperam”.

“Você não precisa marcar datas para levar a sério o que Jesus diz”, acrescenta o pastor. “E o que ele diz é inconfundível: ‘Fique de guarda, mantenha-se acordado. Pois você não sabe quando chegará a hora”. Não tem aviso prévio, portanto não somente os acontecimentos do “Covide 19” mas todos os acontecimento tem um gráu de informação e atenção com relação a segunda vinda de cristo, que será silenciosa num abrir e fechar de olhos; se vamos considerar o Coronavirus como a vinda de Cristo precisamos separar que vinda é essa. “Se for o arrebatamento, a Igreja está em apuros, pois estamos aqui; se somos o porque do arrebatamento. Pois a grande tribulação não e para a Igreja muito pelo contrário. (Comentário meu).

Piper acredita que as dores de parto do mundo são destinadas a nos lembrar que devemos estar acordados. “Mas quantas pessoas não estão acordadas!”, lamenta. “Por toda a sua rotina frenética, eles dormem profundamente em relação à vinda de Jesus Cristo. O perigo é grande. E o coronavírus é um alerta misericordioso para estarmos prontos”.

segunda-feira, 15 de junho de 2020

A Soberania de Deus e o sofrimento do crente



Texto básico: Romanos 8.18-25

Leitura diária
 Sl 73 Invejando o ímpio –
 V 1 Passo a parafrsear Asafe, autor deste salmo. Antes de começa, deixe-me esclarecer uma coisa: tenho certeza de que Deus é bom para com Israel, para com os de coração limpo. É uma verdade tão óbvia, que poucos imaginariam pudesse ser contestada.
v- 2-3 Hove, porém, uma época que comecei a duvidar disso. Vacilei em meu posicionamento sobre o assunto e pouco faltou para que eu abandonasse o minha fé. O problema começou quando comecei a observar a prosperidade dos perversos – muito dinheiro e prazeres, e nenhuma preocupação -  desejei ser como eles.

S Hb 12.4-13 Disciplina os filhos
T 2Tm 1.8 Parte dos sofrimentos
Q Jo 15.20 Perseguição garantida
Q 1Pe 1.3-12 Sofrimento e glória
S Rm 8.28 Tudo coopera
S Jo 6.40 Ressurreição garantida

Introdução
Por que o cristão sofre? Se ele é amado por Deus desde antes da fundação do mundo, salvo de sua ira certa e preser­vado para viver a eternidade no paraíso, qual seria a necessidade de ele sofrer aqui?

Essa pergunta ganha mais peso principalmente se considerarmos o tipo de teologia que ensina vitórias sobre os males, curas de doenças e prosperidade financeira. Qual seria a razão de o crente sofrer? Nós não temos todas as respostas, mas as Escrituras nos dão claras indica­ções de algumas. 

I. Sofrimento do cristão
Um dos pontos que talvez cause mais tristeza para alguns crentes é que eles sofrem tanto ou até mesmo mais do que alguns ímpios. Esse não é um problema novo. Tanto o rei Davi (Sl 37) quanto Asafe (Sl 73) expressaram a agonia do servo de Deus que contempla a prosperi­dade daqueles que não servem ao Senhor: “Não te indignes por causa dos malfeito­res, nem tenhas inveja dos que praticam a iniquidade” (Sl 37.1);

“… pouco faltou para que se desviassem os meus passos. Pois eu invejava os arrogantes, ao ver a prosperidade dos perversos” (Sl 73.2-3). O salmista relata que para os ímpios não há preocupações, pois seus corpos são sa­dios; além de eles não se cansarem como os outros mortais (Sl 73.4-5).

Já aqui nós vemos um problema comum aos que sofrem: inveja. Quando os cristãos desviam os seus olhos da providência de Deus, e do futuro que aguarda tanto a eles como aos ímpios, se estes não se arrepen­derem, nasce um desejo pecaminoso em seu coração. Como veremos mais à frente, o cristão deve manter os seus olhos fitos nas promessas de Deus, para não ceder à pressão, principalmente em relação às promessas que se referem à eternidade.

O cristão também pode sofrer por causa da disciplina de Deus. Esse sofrimento só está reservado aos seus filhos, porque ele deseja que estes vivam em santidade, conforme declara Hebreus 12.4-6: “… na vossa luta contra o pecado, ainda não tendes resistido até ao sangue e estais es­quecidos da exortação que, como a filhos, discorre convosco: Filho meu, não menos­prezes a correção que vem do Senhor, nem desmaies quando por ele és reprovado; porque o Senhor corrige a quem ama e açoita a todo filho a quem recebe”.

Vemos repetidas vezes Deus disciplinar o povo de Israel por considerá-lo filho: “Sabe, pois, no teu coração, que, como um homem disciplina a seu filho, assim te disciplina o Senhor, teu Deus” (Dt 8.5; cf. 2Rs 19.3; Jó 5.17; Pv 3.11; Jr 5.3; 6.8).

Nem todos os de Israel eram de fato israelitas (Rm 9.6), ou seja, nem todos os indivíduos da nação de Israel eram verdadeiramente filhos de Deus, mas a disciplina atingia a todos indis­criminadamente. Deus agia para que os seus filhos pudessem ser quebrantados e se voltassem para ele em arrependimento.

O objetivo de Deus na administração de disciplina aos seus filhos é sempre o bem; ele “… nos disciplina para aproveitamen­to, a fim de sermos participantes da sua santidade” (Hb 12.10b).

Também podemos colocar nesse bojo o sofrimento que todo cristão passa por sua fidelidade a Deus.

Escrevendo ao seu discípulo Timóteo, o experiente Paulo diz: “Não te envergonhes, portanto, do testemunho do nosso Senhor, nem do seu encarcerado, que sou eu; pelo contrário, participa comigo dos sofrimentos, a favor do evangelho, segundo o poder de Deus” (2Tm 1.8; 2.3). Mais à frente, o apóstolo nos dá certeza de que uma vida compro­metida com os valores do reino de Deus nos reservará problemas: “… todos quan­tos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2Tm 3.12).

Jesus Cristo foi também enfático na relação que há entre segui-lo e sofrer as consequências dessa decisão: “Lembrai­-vos da palavra que eu vos disse: não é o servo maior do que seu senhor. Se me perseguiram a mim, também persegui­rão a vós outros; se guardaram a minha palavra, também guardarão a vossa” (Jo 15.20).
Enquanto vivenciamos uma realidade de pregações que prometem todos os prazeres desta vida aos que se entregarem a Cristo Jesus, as promessas de sua palavra seguem na direção oposta. 

II. Sofrimento e glória
Quando deixam de olhar as Escrituras para encontrar o consolo que vem de Deus, os cristãos sofrem ainda mais em meio a seus padecimentos. As promessas que Deus faz com respeito aos sofrimen­tos dos seus filhos são fortalecedoras. Vejamos algumas delas. 

A. O sofrimento na vida do crente é passageiro
Escrevendo aos nossos irmãos, o apóstolo Pedro afirma que eles deveriam exultar por causa do plano de salvação que Deus concedeu, “… embora, no presente, por breve tempo, se necessário, sejais con­tristados por várias provações” (1Pe 1.6b); e ainda “sofrimentos iguais aos vossos estão se cumprindo na vossa irmandade espalhada pelo mundo” (1Pe 5.9).

Com certeza, os sofrimentos do crente estão condicionados, no máximo, a esta vida. Talvez julguemos que anos a fio de aflições seja muito tempo para aqueles que passam por elas, mas o que são 70 ou 80 anos compa­rados com a eternidade? Por isso o apóstolo Pedro descreve que essas amarguras são “no presente” e “por breve tempo”.

Uma das confianças mais maravilhosas que o evangelho proporciona àquele que crê é que toda agonia limita-se somente a esta vida. Nos novos céus e na nova terra não teremos motivos para sofrer: “… lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram” (Ap 21.4).

Pedro ainda usa outra condicional, “se necessário”. Com certeza, nós podemos afirmar que nem tudo na vida do crente é sofrimento. Deus tem proporcionado momentos bons e de alegria, concedendo­-nos graciosamente muito mais do que pedimos ou pensamos (Ef 3.20).

 Além disso, nós ainda temos o consolo de saber que não sofremos sozinhos (cf. 1Pe 5.9). Isso significa que em suas lutas qualquer cristão pode contar com o apoio irrestrito de seus irmãos, e a igreja pode se regozijar na verdade de que sempre haverá compre­ensão e ajuda por parte daqueles que têm sido trabalhados pelo mesmo Espírito de Deus. Por essas razões, o apóstolo Pedro pôde concluir: “… o Deus de toda a graça, que em Cristo vos chamou à sua eterna gló­ria, depois de terdes sofrido por um pouco, ele mesmo vos há de aperfeiçoar, firmar, fortificar e fundamentar” (1Pe 5.10). 

B. O sofrimento na vida do crente revela a glória futura
O binômio sofrimento / glória é claro nas Escrituras, porque o que aconteceu a Cristo Jesus é um paradigma daquilo que também acontecerá conosco.

Assim, temos registrado, através dos profetas do Antigo Testamento, “… qual a ocasião ou quais as circunstâncias oportunas, indicadas pelo Espírito de Cristo, que neles estava, ao dar de antemão teste­munho sobre os sofrimentos referentes a Cristo e sobre as glórias que os segui­riam” (1Pe 1.11). Jesus Cristo padeceu tudo aquilo que era necessário tendo a certeza de que seria glorificado depois de sua obra e, próximo à sua crucifica­ção, ele “… levantou os olhos ao céu e disse: Pai, é chegada a hora; glorifica a teu Filho, para que o Filho te glorifique a ti” (Jo 17.1).

Da mesma forma, podemos viver nesta terra conscientes e esperançosos de que “… os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós” (Rm 8.18). Veja como é interessante perceber que a Palavra de Deus redireciona nossos pensamentos às certezas do futuro enquanto passamos por sofrimentos nesta vida. Isso não é escapismo e nem fuga da realidade, pelo contrário, é a própria realidade futura que, filtrando nossa visão do presente, faz-nos esperançosos e jubilosos aguardando o que está reservado para nós.

Nós não somos chamados à inércia no tempo presente, ao contrário, devemos trabalhar e nos esforçar tendo convicção do que nos aguarda. Por isso o apóstolo Paulo termina o capítulo 15, no qual trata da ressurreição, assim: “… meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão” (1Co 15.58).

Enquanto estivermos nesta vida, não devemos ansiar o porvir chateados ou tristes; Pedro nos inspira: “… alegrai-vos na medida em que sois coparticipantes dos sofrimentos de Cristo, para que também, na revelação da sua glória, vos alegreis exultando” (1Pe 4.13, minha ênfase). 

III. Soberania, sofrimento e confiança
Nestes roteiros de estudo, procuramos enfatizar as verdades apresentadas nas Escrituras a respeito da soberania de Deus e como ela se relaciona com toda a sua criação, especialmente com os seres humanos. Procuramos também, à me­dida que estudávamos, fazer aplicações práticas para compreender como essas doutrinas têm a ver com a nossa vida.

Esta seção continua mantendo esse cará­ter prático. Esperamos em Deus que tudo aquilo que vimos tenha servido para a edi­ficação do povo de Deus e para conduzir a igreja a uma vida mais santa e piedosa.

Como temos afirmado, Deus tem diri­gido a história do universo conforme os seus santos propósitos, e isso diz respeito não apenas aos homens do passado, mas à nossa própria história. Tudo o que pas­samos, todas as coisas que vivenciamos, as experiências boas e ruins, procedem da poderosa mão do Pai.

Provavelmente, para chegar aonde chegou, você já tenha passado pelo vale da sombra da morte (Sl 23.4), e a reali­dade que o cerca pode estar minando a sua confiança no amor e no cuidado de Deus por você. Perdas dolorosas, angús­tias nos relacionamentos, depressões ou consequências produzidas pelo medo e pela ansiedade podem estar corroendo o seu relacionamento com o Senhor, e com aqueles que estão próximos a você.

 Nós desejamos que você seja encorajado pelas
Escrituras somente. Não há nada que o homem diga ou faça, e não há nada fora da Bíblia, que possa ajudá-lo. Se você não concorda, saiba que em um período razoavelmente curto os sintomas só vão piorar, porque esses conselhos ou indicações dos seres humanos serão meros paliativos para a dor da alma, que só encontra descanso em Deus.
Destacamos duas promessas muito preciosas que recebemos de Deus.

A primeira é: “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados se­gundo o seu propósito” (Rm 8.28) – essa promessa tem a ver com o nosso sofri­mento. Deus está garantindo que todas as coisas cooperam para o nosso bem. Ele não está garantindo que compreen­deremos tudo por que passamos, nem que nos alegraremos com tudo, mas que tudo está cooperando para o nosso bem. Se essa promessa estiver firme e bem arraigada em seu coração, você terá êxito em levar a vida de maneira mais piedosa e temente a Deus.

A outra promessa diz respeito ao futuro glorioso: “ a vontade do meu Pai é que todo homem que vir o Filho e nele crer tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia” (Jo 6.40). Essa promessa é maravilhosa, pois nos apresenta a garantia de que não permaneceremos na morte. Mais do que isso, à semelhança do nosso Senhor, ressuscitaremos para viver plena e eternamente com ele e com todos aque­les que creram em seu nome.

Por isso, não devemos temer aqueles que podem matar o corpo ou nos fazer mal porque isso é o máximo que eles podem fazer (Lc 12.4).
Como pertencemos a Deus, e estamos assegurados nas suas mãos, o futuro de glória é certo e verdadeiro.

As coisas que padecemos servem para preparar o nosso caráter e fortalecer a nos­sa fé, transformando-nos à semelhança de nosso Senhor Jesus Cristo. Não deixemos que os sofrimentos desta vida retirem de nós a esperança de um futuro glorioso.

Conclusão
Os sofrimentos que os crentes enfrentam são reais e têm vários motivos; eles demonstram a glória futura e devem despertar em nós uma confiança inabalável na providência e no amor que Deus tem por nós, concedendo-nos condições de viver no tempo presente sensata, justa e piedosamente (cf. Tt 2.12).

Aplicação
Por quais motivos você tem sofrido? Será que você sofre mais por causa das consequências dos seus pecados ou por ter uma vida piedosa? Você confia nas promessas de Deus?

>> Autor do Estudo: André Scordamaglio
>> Estudo publicado originalmente na na série Palavra Viva, revista “Soberania Banida”, da Editora Cultura Cristã. Usado com permissão.



domingo, 7 de junho de 2020

Tubarão se volta contra o seu.benfeitor


"Não deem o que é sagrado aos cães, nem atirem suas pérolas aos porcos; caso contrário, estes as pisarão e, aqueles, voltando-se contra vocês, os despedaçarão" (Mateus 7:6)
Um grupo de pessoas foram mergulhar no Havaí com um guia local que conhecia as águas da região muito bem.
Estivam mergulhando e no trajeto depararam com uma rede.
Dentro da rede havia um tubarão.
Como o tubarão não se movia, aproximaram
para olhar de perto.
Então o guia tirou sua faca e começou a cortar a rede para soltar o tubarão.
De repente, o tubarão retomou sua vida.
Se pudéssem andar dentro da água - ou melhor, correr - teríam feito isso naquela hora.
A tubarão se virou para aquele que o havia salvo.
Assim são algumas pessoas.
Você tenta ajuda-las e então, elas se viram contra você.
Essa é a ideia de Jesus quando Ele falou: "Não deem o que é sagrado aos cães, nem atirem suas pérolas aos porcos; caso contrário, estes as pisarão e, aqueles, voltando-se contra vocês, os despedaçarão" (Mateus 7:6) Às vezes as pessoas não querem ouvir aquilo que precisa ser dito.
Se estamos conversando com alguém sobre a nossa fé e esta pessoa diz: Olha, eu não quero ouvir sobre Jesus Cristo.
Vá embora nossa inclinação natural é pressionar tal pessoa.
Mas se essa pessoa não aprecia a verdade sagrada de Deus, não perca o seu fôlego.
Encontre alguém que, de fato, queira ouvir.
A Bíblia fala que quando foi trazido ao rei Herodes, Jesus não falou uma palavra.
Por que?
Porque o rei Herodes não queria ouvir a verdade e Jesus sabia disso.
Existem algumas pessoas que simplesmente não querem ouvir.
No entanto, há outras que querem.
Então precisamos orar por discernimento para distinguir umas das outra

quarta-feira, 3 de junho de 2020

Só entra no céu quem faz a vontade de Deus.


"Nem todo aquele que me diz: Senhor, Senhor, entrará no Reino dos céus, mas apenas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus." (Mateus 7:21)

Você sabia que é possível orar, ser batizado, manter os dez mandamentos, ir à igreja e não ser necessariamente um cristão?
Um cristão deve fazer também essas coisas, mas o ato de fazê-las, por si só, não significa que você seja um cristão.

Jesus disse: "Nem todo aquele que me diz: Senhor, Senhor, entrará no Reino dos céus, mas apenas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus." (Mateus 7:21).

Há falsos crentes na igreja.

Eles se sentam ao nosso lado, cantam as mesmas músicas, oram as mesmas orações, conhecem a linguagem cristã.
Eles se fazem de cristãos, mas na verdade não o são.
Sempre que alguma coisa boa surgir, você pode estar certo: haverá imitações.

E o diabo é um imitador por natureza.
Jesus contou uma história conhecida como a parábola do joio e do trigo, sobre um agricultor que plantou uma safra de trigo.
Durante a noite, seu inimigo veio e plantou o joio (ou ervas daninhas) no meio do trigo.

Mas foi somente quando o trigo brotou que se tornou evidente que havia joio no meio do trigo.
Jesus disse que será assim na Sua próxima vinda.
Haverá o genuíno ao lado da imitação.
Haverá o verdadeiro ao lado do falso.
Um falso cristão não é um cristão batalhador, porque todo cristão tem suas lutas.

Todo cristão tem momentos de dificuldades.
Um falso crente é um fingido.
É alguém que está encenando algo.

Ele se comporta de uma maneira quando está sentado na igreja, mas de outra completamente diferente em seu dia-a-dia.
Se você é um verdadeiro cristão, isso será demonstrado pela maneira como você vive

domingo, 10 de maio de 2020

Carta aos pastores e presbíteros da Igreja dos Irmãos

10 de maio 2020
A responsabilidade social da Igreja: um dever legal ou um mandamento bíblico?
09/10/2019

Autor: Cosme Santana Cardoso – Graduado em Farmácia-Bioquímica pela UFBA. Especialista em Direito Sanitário pela Fiocruz/Brasília e em Citologia Clínica pela SBCC. Bacharel em Teologia pela Faculdade Entre Rios do Piauí. E-mail: cosmeba@hotmail.com.

Resumo: Apesar dos avanços alcançados por muitas igrejas na área social, os cristãos não podem ignorar o desafio social segundo o entendimento do ensino bíblico, do exemplo de Cristo e das lições da história, assim também de todo o aparato bibliográfico, jurídico e doutrinário a respeito do assunto. O propósito foi trazer uma reflexão sobre o papel e a responsabilidade sociais desempenhados pelas igrejas evangélicas, numa época em que foge ao controle humano se estes são um dever legal ou um mandamento bíblico; além de traçar um paralelo com a missão integral que a igreja desempenha na sociedade e o posicionamento da Jurisprudência e da doutrina no Brasil a respeito da imunidade tributária aos templos religiosos. Foi realizada uma pesquisa bibliográfica e na internet, descritiva, expressada de forma qualitativa, com levantamento de informações sobre o papel e a responsabilidade sociais desempenhados pelas igrejas evangélicas brasileiras. Das análises efetuadas, concluiu-se que a responsabilidade social das igrejas é um mandamento bíblico, mas também é um dever legal, pois os motivos que levaram os legisladores a concederem imunidades tributárias aos templos são os de que os beneficiados de tais renúncias fiscais terão que promover conjuntamente atividades de interesse da sociedade como um todo, não apenas dos seus membros, de forma integral.

Palavras-chave: Responsabilidade social. Dever legal. Mandamento bíblico.
Gercino Maximiano de Araujo