segunda-feira, 27 de setembro de 2021

Não deixemos de congregar. Hebreus 10:25;

Na terra não há nada mais importante que a Igreja de Cristo, nada mais harmonioso quando as pessoas despretensiosas promovem na Igreja do Senhor. Um encontro visando a unidade da Igreja. Muitas vezes as pessoas contemplam uma catedral, um templo, um prédio belíssimo, e ficam extasiadas, mas isso não é a existência nada disso é a Igreja de Cristo. Esta é feita de pedras vivas. Ela é feita de gente, de pessoas que um dia tiveram um encontro maravilhoso com o Senhor, tiveram a vida transformada, e passaram a ser Igreja do Senhor. Que importância tem um crente nesta obra. Parece que nem todos sentem assim na Igreja, como parte integrante dela.

 Em Hebreus, capítulo 10, verso 25, diz assim: "Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima". Estar no culto ou em uma reunião da igreja é cumprir o que Senhor nos ordenou:”congregar”.

 Cada reunião da igreja é uma expressão de culto, de adoração. Estes momentos nos lavam espiritualmente, nos curam, nos libertam, nos consolam. Precisamos ter costumes sadios e não costumes abomináveis, e um desses é “deixarmos de congregar”. Claro que, por determinados motivos, podemos nos ausentar de alguns cultos, isso às vezes acontece comigo, porém, esta não deve ser uma prática  Mas é claro que não me refiro a uma prática religiosa.

 Quando uma pessoa falta a um culto, de domingo, por exemplo, ela sente o coração doer um pouco. Se ela deixa de ir ao culto por dois domingos, o coração dói um pouco menos. Se a ausência acontece por mais de três domingos, o coração se acostuma. Isso causa um "esfriamento na fé". Não tem nada a ver com a simples frequência nos cultos, com a quantidade de vezes que a pessoa vai ao templo. O congregar, o estar juntos deve ser prioridade.

 E um dos dias para isso acontecer é o domingo. Esse é tão especial que o próprio governo nos dá o direito de ficarmos em casa e receber por ele como se tivesse trabalhado, para você servir ao Senhor. Imagine se o Brasil estivesse jogando num estádio próximo da sua casa, Copa do Mundo, mas você, indeciso, sem saber se compra o ingresso ou assiste pela TV. Normalmente, os torcedores apaixonados disputam os ingressos. Você pode assistir ao jogo pela TV? Esta é uma ferramenta abençoadora? Sim. Mas ela não pode substituir a oportunidade de você estar presente. Contemplar uma partida pessoalmente é bem diferente.

 E assim é o congregar. Estar nos cultos em vez de assisti-los pela televisão faz toda a diferença. O clima, a glória, a unção, a comunhão... Por isso, "não deixemos de congregar, como é costume de alguns" porque a fé cristã não é para ser vivida individualmente, há necessidade de algo chamado convívio. Ou convivência se possível sempre.

 

Palavras doces são flores

Bons pensamentos, amores

Coração puro é produto,

Boa obra é seu fruto.

Adaptado

 

William MacDonald-Deveríamos, então, continuar à nos congregar, e não desertar das assembleia local, como alguns tem feito Isso pode ser considerado uma exortação geral , para serem fiéis e comparecer à igreja . Sem duvidas encontramos força, conforto, nutrição e alegria na adoração e no serviço coletivo.

Isso também pode ser visto como um encorajamento especial aos cristãos que sofrem perseguições. Há sempre a tentações de se isolar para evitar as prisões reprovações e sofrimento e, assim, tornar-se um discípulo. Secreto

                                                                                              Contudo, o versículo é uma advertênciatécnica contra a apostasia.       

Abandonar a assembleia local, voltar as costas para o cristianismo e retroceder ao judaísmo. Alguns estavam fazendo isso quando esta carta foi escrita. Havia necessidade de exortar uns ao outros, principalmente diante da proximidade da volta de Cristo. Quando ele voltar, os cristãos perseguidos, segregados, desprezados estarão no lado vencedor. Até la  e necessário firmeza.

GMA

27/09/2021

sexta-feira, 24 de setembro de 2021

Jesus chorou: Por que e quantas vezes?

A Bíblia registra que Jesus chorou em três ocasiões diferentes. Isso reflete claramente sua natureza humana. O fato de Jesus ter chorado demonstra que Ele pode se identificar com o sofrimento humano, pois sentiu pessoalmente a profundidade da sua dor.

Por três vezes a Bíblia relata Jesus chorando:

 1.  No túmulo de Lázaro (João 11:35) “Um sentimento próprio e de amizade à família de Lázaro, e mostrar que a desconfiança do povo era uma avaliação errada acerca da sua presença naquele evento: poia além de laços forte de amizade havia o sentimento da família. Trata-se de uma família querida entre a população, e de uma proximidade afetiva com o Senhor Jesus.”( texto meu).

Quando ia chegando em Jerusalém, pelo fato da cidade ter desprezado o tempo da visitação (Lucas 19:41)

Quando estava prestes a morrer (Hebreus 5:7-9)

Jesus chorou quando Lázaro morreu. Quando Jesus chegou em Betânia, e viu a família e os amigos de Lázaro em luto, por que Ele chorou? (João 11:33-35).

Jesus certamente sabia que Lázaro logo estaria vivo novamente, pois era para isso que ele tinha ido a Betânia. Diante disso, percebe-se que Jesus chorou não porque Lázaro estava morto, mas pelo fato da morte ser uma consequência do pecado de Adão e Eva.

 O verbo "chorar" contido em João 11:35 quer dizer derramar lágrimas, chorar silenciosamente. É a única vez que é usado no Novo Testamento. Nessa ocasião Jesus não chorou, em altos prantos, como os que lamentavam ao seu redor.

Talvez Jesus estivesse chorando por Lázaro e com suas irmãs, pois sabia que estaria chamando o amigo de volta do céu para um mundo perverso, onde, um dia, Lázaro teria de morrer outra vez. Jesus havia descido do céu e sabia o que seu amigo estava deixando para trás

Embora João 11:35 não diga especificamente por que Jesus chorou, é possível inferir outra razão no contexto: Jesus estava triste pelo fato da morte ser resultado do pecado da humanidade. O pecado entrou no mundo quando Adão e Eva comeram o fruto da árvore proibida: "o Senhor Deus ordenou ao homem, dizendo: De toda árvore do jardim comerás livremente; mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás, porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás " (Gênesis 2:16-17).

 2.  Jesus chorou por Jerusalém “Posso imaginar o coração de um líder que se importa com seus liderados, e ao acompanhar seus passos verificar que eles estão caminhando no sentido contrário daquilo que lhe foram ensinados: é um golpe mortal para esse líder, Pastor, Presbíteros que sente a responsabilidade do chamado do mestre para pastorear a Sua igreja: amá-la, guia-la, protege-las, mas não conseguem porque elas dizem: ‘Não queremos”. Lideres humanos, que não tem a percepção exata do futuro: choram, imagina, o meu Senhor que sabe exatamente o que se sucederá aos desobedientes. E humanizado pela natureza, com os mesmos sentimentos, justifica o seu choro, sendo Ele Deus na forma humana, os mesmos sentimentos e Ele chora. (texto meu)

Enquanto a multidão estava alegre, Jesus chorava! Essa é a segunda vez que Jesus chorou publicamente. No túmulo de Lázaro Ele chorou silenciosamente, nessa ocasião sua lamentação foi em voz alta, como era de costume daqueles que eram pagos para prantear nos velórios. O choro de Jesus por Jerusalém tinha uma razão, a cidade trouxe destruição a si mesma.

 A palavra "chorou" (Lucas 19:41) significa "um choro com soluços e gemidos". Nesse episódio Jesus lamentou sobre a cidade de Jerusalém. Ele sofreu uma profunda angústia, expressada por sinais de ais, gemidos e dor.

O magnífico Templo, os Palácios, os jardins dos Judeus ricos e a grande muralha cercando a cidade formavam uma vista de grande beleza e esplendor. Embora tudo aquilo fosse lindo, levou Jesus às lágrimas. Ele via coisas que outros não viam, a futura destruição da cidade de Jerusalém. Todos os esforços de Jesus para reverter a tragédia haviam sidos repelidos e rejeitados. Somente o arrependimento e a aceitação de Jesus como Salvador poderiam evitar a destruição.

 O choro de Jesus por Jerusalém

Para onde Jesus olhava, encontrava razões para chorar. Ele olhava para trás e via que Jerusalém desperdiçou suas chances e deixou passar o tempo da "visitação". Quando olhava para dentro da cidade, via a incompreensão e o vazio espiritual no coração do povo. Deus já havia enviado seus profetas e mensageiros para preparar-lhe o caminho, mas o povo não conhecia quem era Jesus.

 Olhando ao redor, Jesus via celebrações religiosas vazias e sem espiritualidade. O templo se tornara um covil de ladrões e aproveitadores, e os líderes religiosos estavam determinados a matar o messias. A cidade encontrava-se cheia de pessoas de várias regiões comemorando uma festa, mas o coração do povo estava pesado com os fardos da vida e com seus pecados.

 Olhando para o futuro, Jesus via o inevitável e terrível julgamento que sobreviria à nação, à cidade e ao templo. Jerusalém já não tinha esperança pois o pecado, o preconceito, a rebeldia e a presunção ocultaram de seus olhos as condições necessárias para obterem a paz. Diante disso, só restava a destruição.

 No ano 70 d.C., o exército romano rodeou Jerusalém por 143 dias. Nesse episódio o Templo foi incendiado e destruído. Milhares foram levados como escravos e seiscentos mil judeus foram mortos. Isso aconteceu porque o povo não levou em consideração a visitação de Deus. "Veio para o que era seu, e os seus não o receberam" (João 1:11).

Jesus chorou por Jerusalém

 3. Chorou quando estava prestes a entregar Sua vida

“Ele, Jesus, nos dias da sua carne, tendo oferecido, com forte clamor e lágrimas, orações e súplicas a quem o podia livrar da morte e tendo sido ouvido por causa da sua piedade”. (Hebreus 5:7).

 Alguns pensam que Jesus chorou por medo da morte. Porém, o significado mais aceitável para a expressão: "Pai, se queres, afasta de mim este cálice" é que Sua alma estava aflita por causa dos aspectos dessa morte.

 Jesus nunca havia conhecido a mancha do pecado, nem experimentado a separação da comunhão com o Pai, mas o cumprimento de sua missão o levaria à solidão, pois o Pai teria que se afastar para que Ele pudesse morrer. Assim, Jesus estava prestes a sofrer tudo isso ao assumir a culpa da humanidade. Desta forma, seria impossível Jesus experimentar a separação do Pai sem sentir dor.

 Portanto, Jesus deu passos decisivos e firmes rumo à sua crucificação e morte. Isso exclui o pensamento de que Jesus queria escapar da morte física na cruz.                                              Gercino

quarta-feira, 15 de setembro de 2021

Mulher Virtuosa Proverbio 31:10-31

 Esposa e mãe ideal: No último capitulo do livro de Proverbio descreve a esposa ideal.

 Mulher virtuosa, quem a achará? o seu valor muito exede ao de finas joias. O coração do seu marido confia nela, e não haverá falta de ganho honesto. Ela lhe faz bem e não mal, todos os dias da sua vida. A mulher virtuosa é competente, diligente, honrada e de bem. Seu valor é tão grande que não pode ser calculado em termos financeiros. O marido tem plena confiança nela, sabendo que não haverá falta de ganho honesto pos todos os esforços dela são direcionado para ajudá-lo. Jamais deixa de apoiá-lo. (siga lendo o texto Bíblico). GMA

sábado, 28 de agosto de 2021

"CTEB" Curso Teológico Escola da Bíblia

 "CTEB" Curso Teológico Escola da Bíblia

 Hoje está iniciando um sonho acalentado em meu coração, desde 2003 quando foi criada "SEMIG" Secretaria de Missões Gonçalense.

Nesta ocasião alguém questionava? será que tem alguém com capacidade (nesta região) para comandar uma secretaria de Missões?

Capacidade não sei; mas com disposição sim e o Senhor das Missões usou aqueles que se apresentaram para tal. Se você se dispões a fazer a obra, Deus executa. O Senhor escolheu e preparou homens de fé e disposição para seguir com esta Missão. 2021 dezenove anos depois, já temos visto o fruto deste trabalho nos projetos ja implementado nos últimos anos entre eles a parceria com o "Lar Evangélica de Queimados" um departamento social com ofertas de aparelhos como cadeira de rodas etc. Hoje inaugura-se um Curso Teológico Escola da Bíblia; sob a direção de pessoas que nas mãos de Deus tem expostos suas vidas para ver esse trabalho frutificar. Eu oro a Deus todos os dias, a favor do amparo à estes valorosos irmãos, para que seus ânimos continue e possamos crescer cada vez mais diante de tantas dificuldade que surgem na execução da obra. 

Quero para benizar os Irmaos Ronaldo e Jorge Barreto, sua diretoria, professores, incentivadores e alunos. Vamos valorizar o ensino da Palavra. (Nos faz crescer). Gercino Maximiano de Araujo

sábado, 31 de julho de 2021

Um pouco da minha história

 Gercino Maximiano de Araujo – filho de João Maximiano de Araujo e Francisca Vieira da Silva, nascido em Aventureiro distrito de Aimorés Minas Gerais passei minha infância em Vila Nova do Bananal; aos oito anos, acompanhei meus pais numa mudança para a cidade de Baixo Guandu E S, dai para Córrego do Itaúna ES, onde me batizei em mil novecentos e cinquenta e quatro (1954) pelo o Irmão Geraldo Alves de saudosa memória. Casei-me em 10/02/1961 em Mantena Minas gerais, transferindo-me logo após o casamento para Colatina ES onde morei até 10 de dezembro 1968, quando fui transferido pela a empresa que trabalhava, para o Rio de Janeiro.

No Rio é o começo de uma nova história: deixo por enquanto a minha história pessoal e passo a relatar, meu trabalho com as Igrejas de São Gonçalo. Uma vez estabelecido em São Gonçalo fui procurar uma Igreja onde pudesse reunir. Saí de Galo Branco, passando por Alcântara e em direção a Niterói; na altura do bairro Paraiso encontrei uma casa de Oração, parei e vi no portão um Sr de porte garboso imponente em pé, e perguntei, se ali reunia a igreja Cristã sim disse ele “uma mine igreja batista” no sentido de dizer que nós da igreja Cristã (como sempre havia ouvido entre os crentes de onde vim) seríamos parecidos. Fiquei com os irmãos de Patronato de 1969 – 1997 Quando fui para a igreja de Duque de Caxias “Igreja Central de Caxias” onde fui recebido como filho, irmão e amigo; foram os três anos de muita alegria e consideração, tive a honra de ser reconhecido pela igreja como “Presbítero” e foi esta mesma, igreja me indicou ao ministério de tempo integral; ao mesmo tempo que eu presidia o (QG da Paz). Esta mesma consideração não tive na próxima Igreja, que não reconheceu o meu ministério e não considerou uma carta enviada a “IDE” que me recebeu em seus quadros imediatamente, me considerando como tal. Me permita não mencionar o nome desta igreja; Deus sabe.

Fui pra Santa Izabel SG, e de lá fui enviado para a congregação em Monjolos. Lá emancipamos, fui reconhecido “Presbítero” e tivemos à frente da Igreja até ser impedido com o aparecimento da doença da minha esposa que a colocou no Lar Evangélico de Queimado, recebendo o melhor atendimento possível; coisa que eu pessoalmente não podia dar.

Este é o meu momento, pela graça de Deus vivo no consolo do meu Senhor.

Ate este momento o Senhor caminhava comigo, agora Ele me carrega em seus braços, porque não vejo mais duas pegadas, porque as minhas desapareceram só vejo a do meu Senhor me conduzindo nos seus braços. Louvado seja Deus. "Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo; o teu bordão e o teu cajado me consolam". (Salmo 23:4)

Ó morte, o sepultura, não temo o teu poder;  a divida foi paga, Nossos pecados foram lançados sobre Jesus, naquele dia de trevas e horror. (Margaret L. Carson).

São Gonçalo RJ 30 de Julho de 20021

Gercino Maximiano De Araujo

sexta-feira, 30 de julho de 2021

Os Ritos – A Ceia do Senhor (cont)

A CELEBRAÇÃO DA CEIA DO SENHOR. O que é destacado é a simplicidade, seguindo o padrão dado no Novo Testamento. A cristandade tem se afastado deste modelo, substituindo-o por grandes erros e práticas ritualistas, os quais tem obscurecido o sentido original. A falta do devido respeito a essa observação, também destrói o seu verdadeiro caráter – (1 Co 11:20-34). No princípio a Ceia foi praticada pelos crentes em conjunto, como uma refeição social, que mais tarde levou o nome de “festa de amor” – Judas 12; At 2:46, tem referência com um costume temporário, feito necessário devido aos grandes números de crentes, sem que houvesse uma casa disponível que comportasse a todos. No principio para o culto, todos os crentes iam ao templo, junto com os judeus. Bem cedo o amor mútuo dos crentes levou-o a considerar todos os seus bens em comum; porém essa prática foi de pouca duração, e também isto não importou na dissolução da vida familiar. Nós sabemos disso porque continuaram com o costume de Partir o Pão de casa em casa. O aparecimento de abusos, junto com outras ocorrências levou-os, por fim, separar a Ceia do Senhor das outras refeições familiares e sociais – (1Co 11:34). É para se lamentar que o caráter social do cristianismo esteja em grande parte, perdido de vista, hoje em dia. A palavra de Deus não nos da leis regulando a celebração da Ceia, portanto há lugar para liberdade e par o desenvolvimento da devoção e obediência cristãs.

 1.  O Dia e a Hora da Ceia: A injução da Bíblia é “todas as vezes” (1 Co 11:25,26) e não “infrequentemente” nem “quantas vezes queiram”. A frase indica e isto exclui uma observação anual, como acontecia com a Pascoa judaica nem mesmo três vezes por ano ou mensalmente, a injução apostólica de Atos 20:7. Podemos concluir que era costume dos discípulos se reunirem semanalmente para o Partir do Pão. Na ocasião mencionada em Atos 20:7, o Apóstolo Paulo havia chegado em Troas na segunda feira embora sua viagem fosse urgente, (veja o v 16) não convocou uma reunião especial, mas esperou pacientemente até o próximo Dia do Senhor, e depois de se reunir com os irmãos, partiu sem mais delongas. (vs 11,13). É significante que o Nosso Senhor apareceu, primeiramente no dia da sua ressurreição e só tornou parecer no outro “primeiro dia da semana”. Este dia é simbólico do dia da “nova criação”, enquanto o sábado judaico olhe para traz até a ordem da nova criação. A palavra grega “kuriakos” que quer dizer “do Senhor” e é usada apenas duas vezes no Novo Testamento, associa à Ceia do Senhor com. o Dia do Senhor (1 Co 11:20; Apc 1:10). Também em 1 Co 16:1,2 dá apoio indiretamente. A palavra “ceia” não determina a hora que esta festa deve ter lugar, porque no grego esta palavra só indica uma refeição, e não a hora da refeição. É apropriado que a adoração e portanto a Ceia do Senhor deve ter a prioridade em todo o serviço cristão.

2.  A distribuição dos elementos da Ceia. É digno de nota que na Escritura que regula a ordem desta reunião seja ele presbítero, pastor ou qualquer outra pessoa. A pretensão de certas pessoas de terem autoridade especial para administrar os elementos é absolutamente sem base na Palavra de Deus, também modifica inteiramente o caráter da Ceia. Nem os, próprios Apóstolos do Senho Jesus tinham posição oficial nesta reunião, mas tomaram o seu lugar junto aos irmãos. O versículo em At 20:14, citado erradamente, não da apoio à ideia de um dirigente para reunião da Ceia, porque à Ceia estava terminada e o Apostolo estava ministrando a Palavra quando foi interrompido pelo acidente que resultou na morte de Êutico. Depois do milagre Paulo subiu de novo para a sala e tomou, ele somente, uma ligeira refeição antes de continuar o seu discurso. A prova disso está em que todos os verbos no original, neste versículo, estão no singular indicando atos individuais. Os crentes que amam a Bíblia e deseja que a sua fé e prática sejam somente nela baseada, deve resistir fortemente a usurpação de autoridade pelos homens que se dizem clero. A Bíblia desconhece a “ordenação“ humana de “Ministros” “Pastores” “Reverendos” etc; e conhece  apenas a ordenação feita pelas “mãos furada do Senhor Jesus Cristo.


 1.  Regulamentos para evitar desordens.   Devido ao elemento humano é inevitável que haja desordem, portanto o Apóstolo Paulo em 1 Co 11:17; à 14:40, trata de desordem no ajuntamento das Igrejas e dá regulamento e dá regulamentos autorizados por Deus para a observação da Ceia do Senhor 1 Co 11:17-34; e o uso dos dons espirituais (1Co. caps 12-14). No caps 12 temos a distribuição dos dons; no cap 13 temos a virtude que dá vida aos dons, e no cap 14 os dons em exercício.

 

Apesar do fato que o regulamento de ordem na igreja é dado primariamente devido a questão de “línguas” e “profecias” dons que já há muito, foram retirados da igreja, podemos discernir no cap 14 de 1 Cor, princípios básicos, os quais governam toda a ordem na igreja de Deus.

 

1.  Nem todos tem que tomar parte. (v. 26). O Apostolo Paulo aqui se expressa com ironia, em face do estado de desordem em que estava a igreja de Corinto.

2.  As mensagens tem de ser limitadas a dois ou três e cada um por sua vez. Vs 20-31.

3.  A mensagem tem de ser dada em linguagem entendida pelos ouvintes. Vs 6-11.

4.  O profeta tem de ter controle sobre seus dons, vs 32-33, enquanto que a utilidade, conveniência e o valor do ensino são julgados por outros e não pelo próprio pregador. v. 29.

5.  O alvo do ensino é sempre para edificação. Vs 12 e 26. Cinco palavra faladas sobre a influência do Espirito Santo pode animar o espirito de adoração. Os crentes não devem desperdiçar o tempo com conversas vãs e fúteis. 1 Tm. 1:3-7; Tito 19.

6.  Tudo tem que ser feito com decência e ordem. Tanto o comportamento como a harmonia tem de estar de acordo com a ocasião. V. 40.

 

Onde o Espirito do Senhor está, ali há liberdade, porém, não há lugar para manifestações carnais. Os que teimam em infringir a ordem divinamente ensinada, devem ser chamado a atenção com firmeza pelos os anciãos da igreja e, se persistir em desobedecer, então ser disciplinados. Porém quando se trata de uma pessoa zelosa, mas com pouco entendimento das coisas de Deus, os anciãos devem corrigir e instruir tal pessoa com paciência e bondade.

5.  Preparação do corpo e do espírito para tomar a Ceia do Senhor. Embora os excessos mencionado em 1 Co 11:27-32 talvez não sejam cometidos em nossos dias, os crentes deve considerar esse trecho como um aviso, e evitar toda a irreverência e formalidade no comportamento, atitude que, infelizmente se encontram as vezes , em reuniões.

 Devemos distinguir entre “pessoas indignas” tomando parte na Ceia e pessoas tomando parte na Ceia de “maneira indignas” que é aquilo que se trata em 1 Co 11:27-32. Uma comunhão dividida, um espirito de discórdia, pensamentos estranhos à reunião, movimento de pessoas que perturbam a reunião, tudo é indigno e deve de ser evitado, onde o Senhor Jesus está presente. Uma consciência carregada impede a adoração. Portanto, todo o crente deve examinar-se a si mesmo antes de participar e o pecado deve ser julgado, confessado, ficando o crente consequentemente purificado (1 Jo 1:9). Doutra maneira o crente pode ser castigado pelo Senhor. Tal juízo da parte de Cristo é temporário e não eterno. (v. 29). Se o crente pesar bem o versículo 28 verá que tem pouca desculpa para ausentar-se da Ceia do Senhor. Uma falta da parte de uma pessoa não tira de nós a obrigação de lembrar a morte de nosso Salvador. Se por acaso estivermos pessoalmente envolvidos, devemos seguir as instruções dadas em Tg 5:16; Mt 18:15 etc; e também o principio ensinado em Mt 5:23-24. É digno de nota que o nosso Senhor preparou seus discípulos para tomarem a Ceia, levando-lhes os pés. Este foi um ato profundamente simbólico como veremos ao estudar com cuidado o contexto – Jo 13:1-10.

SUPERSTIÇÕES.

 Como já tem sido indicado, muitas doutrinas e práticas falsas tem sido acrescentadas a esta reunião, que originalmente era tão simples. Os piores são:

 1. Transubstanciação. Esta doutrina da igreja Romana que foi introduzida no ano 831. A.D. ensina que no momento da consagração os elementos “são transformados no corpo que nasceu da virgem; apena a aparência exterior permanece como era antes”. O aspecto[GMDA1] [GMDA2] [GMDA3]  comemorativo da reunião é assim transformado para o da celebração da Missa Idólatra, durante a qual na hora da elevação da hoste, os comunicantes adoram a Cristo como se estivesse presentes no Pão. Para citar mais “ É oferecido a Deus um sacrifício certo. Próprio e propiciatório para os vivos e os mortos”. Um ritualismo ornato, tão atrativo à carne acompanha esta cerimônia.

O Crente deve comparar este ensino falso com a doutrina singela de Hb 7:27; 9:14; 10:10-14.

 2.Consubstanciação. Isto é uma doutrina Luterana e data da reforma do século dezesseis.

 

O próximo estudo: Consubstanciação

Gercino Maximiano de Araujo – Presbítero Emér



sexta-feira, 2 de julho de 2021