terça-feira, 22 de março de 2022

Três Dias depois da Ressurreição

Jo 20:19-29 Os discípulos estavam juntos, (discípulos de Jesus precisam andar juntos) companheiros desta vida, e no por vir. Se encontraram durante três noites, ante de Jesus transpor a porta, eles estavam temerosos e com medo dos Judeus. De repente, viram Jesus no meio deles e ouviram a sua voz dizendo: Paz. Jesus entrou sem abrir a porta. Um milagre que só Jesus pode fazer. Lembrando que seu corpo era real, de carne e  ossos mesmo sendo após a ressurreição; mesmo assim com poder de transpor portas fechadas, romper barreiras, independente de leis naturais. As palavras Paz seja convosco, tem um novo sentido; Porque Cristo trouxe os pelo sangue da sua cruz. Os que são justificados pela fé, tem paz com Deus.

Depois de lhes anunciar a paz, mostrou-lhes as marcas do seu sofrimento, os discípulos viram os sinais dos cravos e os ferimentos causado pela lança.

O v 21 e muito bonito. Os cristãos não devem desfrutar desta paz egoisticamente. Devem compartilhá-la com os demais. Dessa forma Ele os envia ao mundo assim como o Pai o enviou.

“Eu também vos envio”

Jesus soprou sobre os discípulos e disse: Recebei o Espírito Santo. A dificuldade no entendimento deste versículo, é que o Espírito Santo só foi dado no Pentecostes. Mas como o Senhor poderia dizer estas palavras, sem o evento acontecer imediatamente?

Algumas explicações foram oferecidas:

1)    Uns sugerem que o Senhor estava fazendo uma promessa de que eles receberiam no dia do Pentecostes. ( não é adequada)

2)    Uns indicam que foi isso mesmo que o Senhor disse: Recebei o Espirito Santo, mas eles não receberam o Espirito Santo em sua plenitude.

3)    Outros declaram que havia um pleno derramamento nos discípulos daqueles tempos, não é possível provar em vistas da declaração de Lucas 24:49; At 1:4,5 e 8; que trata da chegada do Espirito Santo como sendo no futuro como afirma Jo 7:39; só então O Espirito Santo viria em sua plenitude,quando Jesus entrar no seu reino

 

 

 

 

sexta-feira, 18 de março de 2022

A Marca da Besta

Para que gosta de ampliar seus horizontes, que tem espaço para faze-lo; leia o meu blog: salvosparaservir-senhor.blogspot.com

Dentre os acontecimentos que marcaram época em toda a Bíblia, talvez a marca da besta seja excitante, o que mais tem suscitado especulações e argumentações ridículas e bombásticas. Cristãos e não-cristãos debatem o significado de seu valor numérico. Mas o que diz, realmente, o texto bíblico?

 O Número 666: Marca Registrada da Tribulação?

 A questão central da Tribulação é: Quem tem o direito de governar, Deus ou Satanás? Deus vai provar que é Ele quem tem esse direito. 

Pela primeira e única vez na história, as pessoas terão uma data limite para aceitarem o Evangelho. Por enquanto, todos podem aceitar ou rejeitar essa mensagem em diferentes momentos da vida; alguns o fazem na infância, outros no início da fase adulta, outros na meia-idade, e alguns até na velhice.

 Mas, quando vier a Tribulação, as pessoas terão que tomar essa decisão de forma imediata ou compulsória por causa da marca da besta, de modo que toda a humanidade será deliberadamente dividida em dois segmentos. O elemento polarizador será precisamente a marca da besta.

 A Bíblia ensina que o líder da campanha em defesa da marca da besta será o falso profeta, que está ligado à falsa religião (Ap 13.11-18). Apocalipse 13.15 deixa claro que o posto-chave em tudo isso é adorar "a imagem da besta". A marca da besta é simplesmente um meio de forçar as pessoas a declararem do lado de quem estão: do Anticristo ou de Jesus Cristo. Todos terão que escolher um dos lados. Será impossível manter uma posição neutra ou ficar indeciso com relação a esse assunto. A Escritura é muito clara ao afirmar que os que não aceitarem a marca serão mortos.

 Toda a humanidade será forçada a escolher um dos lados: "...todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos" (Ap 13.16).

O Dr. Robert Thomas comenta que essa construção retórica "abrange todas as pessoas, de todas as classes sociais, [...] ordenadas segundo sua condição financeira, [...] abrangendo todas as categorias culturais [...]. As três expressões são um recurso estilístico que traduz universalidade".[1] A Escritura é muito específica. O falso profeta vai exigir uma "marca" em sinal de lealdade e devoção à besta, e essa marca será "sobre a mão direita" – não a esquerda – "ou sobre a fronte" (Ap 13.16).

 A palavra "marca" aparece em muitas passagens da Bíblia. Por exemplo, ela é usada várias vezes em Levítico, referindo-se a um sinal que torna o indivíduo cerimonialmente impuro, e está geralmente relacionada à lepra. É interessante notar que o modo como Ezequiel 9.4 usa a idéia de "marca" é semelhante ao de Apocalipse: "E lhe disse: Passa pelo meio da cidade, pelo meio de Jerusalém, e marca com um sinal a testa dos homens que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela". Nessa passagem, o sinal serve para preservação, assim como o sangue espalhado nas ombreiras das portas livrou os hebreus durante a passagem do anjo da morte, como relata o Livro do Êxodo. Em Ezequiel, a marca é colocada na fronte, semelhantemente à do Apocalipse. Todas as sete ocorrências da palavra "marca" ou "sinal" (gr. charanga) no Novo Testamento em grego, encontram-se no Livro do Apocalipse, e todas se referem à "marca da besta" (Ap 13.16,17; 14.9,11; 16.2; 19.20; 20.4). O Dr. Thomas explica o significado desse termo na Antiguidade:

A marca deve ser algum tipo de tatuagem ou estigma, semelhante às que recebiam os soldados, escravos e devotos dos templos na época de João. Na Ásia Menor, os seguidores das religiões pagãs tinham prazer em exibir essas tatuagens para mostrar que serviam a um determinado deus. No Egito, Ptolomeu IV Filopátor (221-203 a.C.) marcava com o desenho de uma folha de trevo os judeus que se submetiam ao cadastramento, simbolizando a servidão ao deus Dionísio (cf. 3 Macabeus 2.29). Esse significado lembra a antiga prática de usar marcas para tornar pública a fé religiosa do seu portador (cf. Isaías 44.5), e também a prática de marcar os escravos a fogo com o nome ou símbolo de seu proprietário (cf. Gl 6.17). O termo charagma ("marca") também era usado para designar as imagens ou nomes dos imperadores, cunhadas nas moedas romanas e, portanto, poderia muito bem aplicar-se ao emblema da besta colocado sobre as pessoas.[2]

 Alguns se perguntam por que foi usado um termo tão específico para designar a marca do Anticristo. Essa marca parece ser uma paródia do plano de Deus, principalmente no que se refere aos 144.000 "selados" de Apocalipse 7. O selo de Deus sobre Suas testemunhas muito provavelmente é invisível e tem o propósito de protegê-las do Anticristo. Por outro lado, o Anticristo oferece proteção contra a ira de Deus – uma promessa que ele não tem condições de cumprir – e sua marca é visível e externa. Como os que receberem a marca da besta o farão voluntariamente, é de supor que as pessoas sentirão um certo orgulho de terem, em essência, a Satanás como seu dono. O Dr. Thomas afirma: "A marca será visível e identificará todos os que se sujeitarem à besta".[3]

 Uma Identificação Traiçoeira

Além de servir como indicador visível da devoção ao Anticristo, a marca será a identificação obrigatória em qualquer transação comercial na última metade da Tribulação (Ap 13.17). Este sempre foi o sonho de todos os tiranos da história – exercer um controle tão absoluto sobre seus vassalos a ponto de decidir quem pode comprar e quem pode vender. O historiador Sir William Ramsay comenta que Domiciano, imperador romano no primeiro século, "levou a teoria da divindade Imperial ao extremo e encorajou ao máximo a ‘delação’; [...] de modo que, de uma forma ou de outra, cada habitante das províncias da Ásia precisava demonstrar sua lealdade de modo claro e visível, ou então era imediatamente denunciado e ficava impossibilitado de participar da vida social e de exercer seu ofício".[4] No futuro, o Anticristo aperfeiçoará esse sistema com o auxílio da moderna tecnologia.

 Ao longo da história, muitos têm tentado marcar certos grupos de pessoas para o extermínio, mas sempre houve alguns que conseguiram achar um meio de escapar. Porém, à medida que a tecnologia avança, parece haver uma possibilidade cada vez maior de bloquear praticamente todas as saídas. Essa hipótese é reforçada pelo emprego da palavra grega dunétai – "possa" (Ap 13.17), que é usada para transmitir a idéia do que "pode" ou "não pode" ser feito. O Anticristo não permitirá que alguém compre ou venda se não tiver a marca, e o que possibilitará a implantação desta política será o fato da sociedade do futuro não usar mais o dinheiro vivo como meio de troca. O controle da economia, ao nível individual, através da marca, encaixa-se perfeitamente no que a Bíblia diz a respeito do controle do comércio global pelo Anticristo, delineado em Apocalipse 17 e 18.

 A segunda metade de Apocalipse 13.17 descreve a marca como "o nome da besta ou o número do seu nome". Isso significa que "o número do nome da besta é absolutamente equivalente ao nome, [...]. Essa equivalência indica que, como nome, ele é escrito com letras; mas, como número, é o análogo do nome escrito com algarismos".[5] O nome do Anticristo será expresso numericamente como "666".

 Calculando o Número

Nesse ponto da profecia (Ap 13.18), o apóstolo João interrompe momentaneamente a narrativa da visão profética e passa a ensinar a seus leitores a maneira correta de interpretar o que havia dito. Uma leitura do Apocalipse demonstra claramente que os maus não entenderão o significado, porque rejeitaram a Jesus Cristo como Senhor e Salvador. Por outro lado, os demais que estiverem atravessando a Tribulação receberão sabedoria e entendimento para que possam discernir quem é o Anticristo e recusar a sua marca. A Bíblia deixa claro que aqueles que receberem a marca da besta não poderão ser salvos (Ap 14.9-11; 16.2; 19.20; 20.4) e passarão a eternidade no lago de fogo. O fato de João usar essa passagem crucial para transmitir sabedoria e entendimento aos crentes, com relação a um assunto de consequências eternas, mostra que Deus proverá o conhecimento necessário para que o Seu povo possa segui-lO fielmente.

 Mas o que essa sabedoria e esse conhecimento permitem que os crentes façam? A passagem diz que podemos "calcular". Calcular o quê? Podemos calcular o número da besta.

 O principal propósito de alertar os crentes sobre a marca é permitir que eles saibam que, quando em forma de número, o "nome" da besta será 666. Assim, os crentes que estiverem passando pela Tribulação, quando lhes for sugerido que recebam o número 666 na fronte ou na mão direita, deverão rejeitá-lo, mesmo que isso signifique a morte. Outra conclusão que podemos tirar é que qualquer marca ou dispositivo oferecido antes dessa época não é a marca da besta que deve ser evitada.

 Portanto, não há motivo para os cristãos de hoje encararem o número 666 de forma supersticiosa. Se o nosso endereço, número de telefone ou código postal incluem esse número, não precisamos ter medo de que algum poder satânico ou místico nos atingirá. Por outro lado, temos que reconhecer que muitos ocultistas e satanistas são atraídos por esse número por sua conexão com a futura manifestação do mal. Porém, o número em si não tem poderes sobrenaturais. Quando um crente acredita nisso, já caiu na armadilha da superstição. A Bíblia ensina que não há nenhum motivo para atribuir poderes místicos ao número 666.

 A Carroça na Frente dos Bois

Muitos têm tentado descobrir a identidade do Anticristo através de cálculos numéricos. Isso é pura perda de tempo. A lista telefônica está cheia de nomes que poderiam ser a solução do enigma, mas a sabedoria para "calcular" o nome não é para ser aplicada agora, pois isso seria colocar a carroça adiante dos bois. Esse conhecimento é para ser usado pelos crentes durante a Tribulação.

 Em 2 Tessalonicenses 2, Paulo ensina que, durante a presente era da Igreja, o Anticristo está sendo detido. Ele será "revelado somente em ocasião própria" (v.6). Ao escolher a palavra "revelado", o Espírito Santo quis indicar que a identidade do Anticristo estará oculta até a hora de sua revelação, que ocorrerá em algum momento após o Arrebatamento da Igreja. Portanto, não é possível saber quem é o Anticristo antes da "ocasião própria". O Apocalipse deixa bem claro que os crentes saberão na hora certa quem é o Anticristo.

 Assinante Plus

Como apontamos acima, o Apocalipse não deixa dúvida de que durante a Tribulação todos os crentes saberão que receber a marca da besta será o mesmo que rejeitar a Cristo. Durante a Tribulação, todos os cristãos terão plena consciência disso onde quer que estejam. Nenhuma das hipóteses levantadas no passado, ou que venham a ser propostas antes da Tribulação, merece crédito.

 Apocalipse 13.17-18 diz claramente que o número 666 será a marca que as pessoas terão que usar na fronte ou na mão direita. Em toda a história, ninguém jamais propôs a utilização desse número em condições semelhantes às da Tribulação, de modo que todas as hipóteses já levantadas a respeito da identidade do Anticristo podem ser descartadas.

 O mais importante nessa passagem é que podemos nos alegrar em saber que a identificação do futuro falso Cristo ainda não é possível, mas o será quando ele ascender ao trono. Com certeza, aquele a quem o número 666 se aplica é alguém que pertence a uma época posterior ao período em que João viveu, pois ele deixa claro que alguém iria reconhecer esse número. Se nem a geração de João nem a seguinte foi capaz de discerni-lo, isso significa que a geração que poderá identificar o Anticristo forçosamente estava (e ainda está) no futuro. No passado, houve várias figuras políticas que tipificaram características e ações desse futuro personagem, mas nenhum dos anticristos anteriores se encaixa perfeitamente no retrato e no contexto do Anticristo do final dos tempos.[6]

 A Relação entre Tecnologia e a Marca da Besta

Muitos têm feito as mais variadas hipóteses sobre a marca da besta. Alguns dizem que ela será como o código de barras utilizado para identificação universal de produtos. Outros imaginam que seja um chip implantado sob a pele, ou uma marca invisível que possa ser lida por um scanner. Contudo, essas conjeturas não estão de acordo com o que a Bíblia diz.

 A marca da besta – 666 – não é a tecnologia do dinheiro virtual nem um dispositivo de biometria. A Bíblia afirma de forma precisa que ela será:

 a marca do Anticristo, identificada com sua pessoa

o número 666, não uma representação

uma marca, como uma tatuagem

visível a olho nu

sobre a pele, e não dentro da pele

facilmente reconhecível, e não duvidosa

recebida de forma voluntária; portanto, as pessoas não serão ludibriadas para recebê-la involuntariamente

usada após o Arrebatamento, e não antes

usada na segunda metade da Tribulação

necessária para comprar e vender

recebida universalmente por todos os não-cristãos, mas rejeitada pelos cristãos

uma demonstração de adoração e lealdade ao Anticristo

promovida pelo falso profeta

uma opção que selará o destino de todos os que a receberem, levando-os ao castigo eterno no lago de fogo.

Talvez na história ou na Bíblia nenhum outro número tenha atraído tanto a atenção de cristãos e não-cristãos quanto o "666". Até mesmo os que ignoram totalmente os planos de Deus para o futuro, conforme a revelação bíblica, sabem que esse número tem um significado importante. Escritores religiosos ou seculares, cineastas, artistas e críticos de arte fazem menção, exibem ou discorrem a respeito dele. Ele tem sido usado e abusado por evangélicos e por membros de todos os credos, tendo sido objeto de muita especulação inútil. Frequentemente, pessoas que se dedicam com sinceridade ao estudo da profecia bíblica associam esse número à tecnologia disponível em sua época, com o intuito de demonstrar a relevância de sua interpretação. Mas, fazer isso é colocar "a carroça na frente dos bois", pois a profecia e a Bíblia não ganham credibilidade ou legitimidade em função da cultura ou da tecnologia.

 Conclusão

O fato da sociedade do futuro não utilizar mais o dinheiro vivo será usado pelo Anticristo. Entretanto, seja qual for o meio de troca substituto, ele não será a marca do 666. A tecnologia disponível na época da ascensão do Anticristo será aplicada com propósitos malignos. Ela será empregada, juntamente com a marca, para controlar o comércio (como afirma Apocalipse 13.17). Sendo assim, é possível que se usem implantes de chips, tecnologias de escaneamento de imagens e biometria para implementar a sociedade a monetária do Anticristo, como um meio de implantar a política que impedirá qualquer pessoa de comprar ou vender se não tiver a marca da besta. O avanço da tecnologia é mais um dos aspectos que mostram que o cenário para a ascensão do Anticristo está sendo preparado. Maranata!

 Bibliografia

Robert L. Thomas, Revelation 8-22: An Exegetical Commentary (Chicago: Moody Press, 1995), pp. 179-80.

Thomas, Revelation 8-22, p. 181.

Thomas, Revelation 8-22, p. 181.

Sir William Ramsay, The Letters to the Seven Churches (New York: A. C. Armstrong & Son, 1904), p. 107.

Thomas, Revelation 8-22, p. 182.

Thomas, Revelation 8-22, p. 185

quinta-feira, 10 de março de 2022

MOVIMENTO DOS IRMÃOS

Estou republicando este artigo, para mostrar aos modernos; donde viemos e porque temos uma forma peculiar de reunião e que tem encontrado resistência em dar continuidade aos trabalhos na forma em que foram criado Pelos Irmãos de Plymouth. (Texto Meu).

Segue-se o texto histórico na integra do autor

"E o que de mim, entre muitas testemunhas, ouviste, confia-o a homens fiéis, que sejam idôneos para também ensinarem os outros" II Timóteo 2.2

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

UM POUCO DE NOSSA HISTÓRIA E QUEM SOMOS

             O movimento dos “irmãos” é conhecido e formado por cristãos indenominacionais, que se reúnem num terreno comum a todos os que pertencem à Igreja de Cristo.

Os iniciadores deste movimento, eram jovens, a maioria ligada ao Trinity College, Dublin, Irlanda. Buscavam encontrar uma forma em que pudessem reunir-se para adoração e comunhão, desprezando as barreiras denominacionais, reunidos simplesmente como “irmãos em Cristo”. 

Como procuravam reunir-se nesta simplicidade, não pretendendo formar um grupo à parte, não usavam qualquer nome que os diferençasse dos grupos existentes. Não faziam ideia que começavam um movimento, e não tinham esta intenção, pois isto seria a negação do verdadeiro propósito pelo qual se reuniam. Por volta de 1825-1827, em várias cidades da Irlanda e da Inglaterra, foram se formando pequenos grupos de discípulos de Cristo para um estudo mais aprofundado das Escrituras. Eram crentes que pertenciam a denominações diversas.

 O movimento se espalhou pelo Continente Europeu, na Inglaterra receberam o nome de “irmãos de Plymouth” (Plymouth Brethrem), porque no início, formou-se uma igreja local bem numerosa na cidade de Plymouth. Em outros lugares são chamados de “darbistas” (Por causa de John Nelson Darby) para designar o grupo exclusivista. No Brasil, em alguns lugares são conhecidos como “igreja cristã”, “irmãos unidos” e até mesmo “casa de oração” por geralmente denominarem assim a casa onde se reúnem.

Sobre este assunto, assim escreveu o irmão Silas G. Filgueiras:

“A existência de muitos nomes indica que nenhum satisfaz plenamente, porque nenhum preenche a finalidade e alguns envolvem alguma inverdade. O desejo, porém, tem sido sempre o de se reunirem como cristãos, remidos por Cristo, como uma expressão local da Igreja de Cristo na terra, sem usar qualquer nome, ou outro distintivo, com o fito de direfençá-los dos outros irmãos em Cristo. Esta é a razão de preferirem tratarem-se uns aos outros como “irmãos” (com “i” minúsculo) por ser um nome aplicável a todos os membros da Igreja de Cristo na terra, não podendo, entretanto, ser apropriado por um grupo somente. A ideia de divisão em grupos e o uso de nomes para se designarem é um mal que começou muito cedo na história da Igreja, e que foi prontamente condenado por Paulo. (1 Co 1.11-13).

O uso de designações, tais como “irmãos”, “igreja cristã” não escapa à acusação de ser impróprio, uma vez que toma para um grupo, nomes que pertencem a todo o povo de Deus, embora, diga-se de passagem, nomes como “presbiteriano”, “batista”, “assembleia de Deus”, etc. são também passíveis da mesma acusação.

O importante não é pertencer a este ou àquele grupo, porém, pela graça de Deus, ter um espírito indenominacional, e ter a visão da comunhão universal, da única verdadeira Igreja que é formada por “todos os que, em todo lugar, invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso”. (1 Co 1.2) “

          No Brasil, o primeiro grupo a reunir-se, foi em 1878, na cidade do Rio de Janeiro à rua da América, 4, formado por membros oriundos da Igreja Fluminense, influenciados por Richard Holden, então residente em Portugal, que fora co-pastor da igreja Fluminense quando esteve no Brasil.

              Mais tarde, em 1896, chega o primeiro missionário ao Brasil. …

              Mais tarde, em 1896, chega o primeiro missionário ao Brasil. Stuart Edmund Mc Nair. Atuando primeiro na cidade do Rio de Janeiro, depois Petrópolis, Sampaio, Del Castilho, Bemposta e Zona da Mata, região limítrofe entre os Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, posteriormente fixando residência em Conceição de Carangola-MG. 

                   Não se sabe ao certo quantas igrejas locais existem hoje no Brasil, porém estima-se mais 700 espalhadas por todas as regiões, sendo a região Sudeste com maior número.

  CONVICÇÕES E POSIÇÃO DOS “IRMÃOS”

    A)     A Igreja de Cristo é constituída de todos os que foram comprados com Seu sangue (Atos 20.28) e Jesus orou para que todos fossem um (Jo 17.21), e assim sendo a divisão em seitas, partidos e denominações  é contrária à vontade de Deus (1 Cor 1.11-13). O argumento de que as divisões estimulam os crentes a se esforçarem pela sua denominação, produzindo emulação, e assim dão maior contribuição para o progresso do Evangelho, é pensamento humano, esquecendo que a obra de Deus é somente aquela feita pelo poder de Deus, dirigida pelo Espírito Santo.

 B)      Entendem que no Novo Testamento não encontramos base para a divisão dos crentes em ordenados (clero) e não ordenados (leigos), colocando assim, todos os crentes no mesmo nível eclesiástico. Também não encontramos o ensino de que a execução de certos atos (batismo, Ceia do Senhor, etc.) fica restrita aos ordenados, ou a uma classe.

 C)   Impedem a promoção pessoal e condenam o culto da personalidade.

D)      Consideram a distinção entre Israel e a Igreja de Cristo, que são ambos povo de Deus, porém tem bênçãos e privilégios próprios a cada um.

 E)     Suas igrejas locais são autônomas, mantendo somente relações de fraternidade cristã umas com as outras. O governo é exercido pela igreja reunida, e por unanimidade (1 Co 1.10; Rm 12.16). Compreendem que é o Espírito Santo quem dirige as reuniões da igreja, e usa os instrumentos que Ele escolhe como no citar hinos, orar, ler um texto das Escrituras, fazer o comentário do mesmo, etc. Quanto ao ministério, na reunião da igreja, os “irmãos” seguem o princípio da liberdade de ministério segundo os dons concedidos pelo Espírito Santo, conforme I Cor 14.26-33, mas entendem que o ministério não proveitoso deve ser evitado, ou não permitido.

 F)      Entendem estes irmãos que na Bíblia se encontra todo o ensino sobre a Igreja, e só nela. Não há outra fonte de informação. Quando não há um ensino claro a respeito de determinado assunto, não deve ser estabelecida uma interpretação que terá de ser aceita por todos.

 Sinésio Barreto, Petrópolis-RJ

 Bibliografia:

- Álbum

- "Os irmãos" - Silas G. Filgueiras

- Convicção e posição dos "irmãos"

- A History of the Brethren Movement - F. Roy Coad

 de Reminiscências - Stuart E. McNair

- Mais Reminiscências - Stuart E. McNair

“Os Irmãos”

Resumo

 O movimento dos Irmãos carece de aprofundamento histórico-teológico. O pouco conhecimento, no mais das vezes limitado a uma visão em três “des” – Darby, darbismo e dispensacionalismo – apenas coopera para a ocultação das reais motivações que conduziram a tal despertamento no início do século XIX. O propósito deste artigo é o de cooperar no desvelamento da história desse movimento e no conhecimento de personagens cruciais para a causa dos Irmãos, como o missionário Anthony Groves e o pai dos órfãos, George Müller. Trazendo ainda apontamentos para a chegada e os primeiros anos do movimento no Brasil. Gercino

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022

Ensina o Caminho

Ensina o menino “no” caminho

 A Palavra de Deus em Provérbios 22:6 nos ensina sobre a importância de criar os nossos filhos na presença do Senhor. Devemos ensiná-los a trilhar o caminho, para que no futuro não venha a se desviar.

 Porém, é muito importante entender que a Palavra nos ensina algo fundamental, que precisamos dar uma atenção especial neste versículo.

 Deixar de observar a Palavra de Deus em sua essência, fez com que muitas pessoas vieram a se desviar quando cresceram, mesmo tendo crescido em berços evangélicos.

 Ensina no Caminho

A expressão “no caminho”, nos mostra que devemos mais do que mandar nossos filhos à igreja, e sim, estar caminhando com eles nesta trajetória, e ensiná-los sobretudo a serem igreja.

 Guiá-los dentro do caminho. Isto inclui fatores essenciais de um pai ou uma mãe cristã, onde a participação juntamente com as crianças deve ser uma prática constante, não somente expressa em ordens como:

 “Leia a Bíblia”! “Vai orar”! “Vai cantar”. Nós mesmo como adultos hoje em dia, nem sempre entendemos como conselhos bons as determinações para esses fins, por mais que fossem! É dever sim dos pais alertar e cobrar dos filhos seus deveres espirituais.

 Entretanto, a participação constante dos pais, tira um pouco o peso da obrigação de fazer algo, e aos poucos, é trocado pelo compromisso de desempenhar algo, em determinado horário juntamente com os pais.

 As palavras convencem, mas o exemplo, arrasta

Devemos parar durante o dia e separar esses momentos com nossos filhos. Aos poucos, estará sendo ministrado na vida deles o compromisso diário.

 Bem como, aproveitaremos a oportunidade para ensinar, instruir e tirar dúvidas das crianças nos assuntos bíblicos, fortalecendo assim, a comunhão entre pais e filhos e investimento em momentos saudáveis e espirituais para toda a família.

 Mas nunca devemos nos esquecer de testemunhar com nossa forma de viver, os crentes em Jesus Cristo que somos.

 Melhor que falar e mostrar o caminho, é também darmos bom testemunho de cristãos que somos. Senão, seremos péssimos exemplos para eles.

 Você acha que eles não reparam se paramos para orar ao Senhor? Mesmo antes de dormir, levantar ou comer, eles observam nossas práticas diárias.

 Existe um ditado famoso: as palavras convencem, mas o exemplo, arrasta! Devemos buscar a cada dia uma comunhão íntima com o Senhor, isto será bom para nós, e será um exemplo maravilhoso para nossos herdeiros da fé.

 Administrando o nosso tempo

Todos nós adultos temos nossas ocupações. Trabalhamos, estudamos, vamos ao culto e outros compromissos semanais.

 Mas devemos contudo, dar um tempo de qualidade à nossa família, e saber o ponto de equilíbrio é muito importante nesta hora.

 ensina o menino no caminho em que deve andar

 Precisamos administrar e gerenciar o tempo, de forma consigamos a fazer todas as coisas, mas nunca esquecermos de nossas prioridades.

 Bem como, buscar ocupar a mente da criança ou pré-adolescente, com atividades intelectuais, recreativas, físicas e espirituais.

 Quando este tempo não é investido de uma forma qualitativa, a televisão, tablet, celular, games, entre outros, ganham espaço.

 Principalmente em dias que a tecnologia e acesso à internet, podem ser um fator destrutivo e “roubador” de tempo quando não é usado de forma adequada.

 Desde cedo, procure encaminhar o filho para atividades esportivas, educativas ou mesmo em igrejas locais, tem trabalhos e gincanas em ministérios de crianças por exemplo.

 Onde poderão desenvolver habilidades como: descoberta de talentos na pregação, música, instrumentos musicais. Para crianças muito tímidas por exemplo, essas atividades ajudam no desenvolvimento relacional.

 Contudo, devemos sempre participar juntos e acompanhar de perto todas as atividades de nossos filhos, principalmente em dias perigosos em que vivemos, conhecer suas amizades e o meio em que se desenvolvem em atividades extra-lar.

 A Sabedoria que vem do alto

A bíblia nos dá o norte, a direção para caminharmos e termos uma família próspera na presença Dele. Mas sabemos, que cada lar reflete uma realidade em relação a muitas particularidades sociais, econômicas e culturais na forma de criar uma criança.

 Devemos pedir sempre a Deus sabedoria para lidar com questões da vida. Os filhos crescem, aprendem novidades e são influenciados pelo meio em que passam a maior parte do tempo.

 O nosso dever como pais é ensinar, mas orar ao Senhor e pedir ajuda, sabedoria, discernimento, nunca é demais. Admoestá-los no temor do Senhor, que aprendemos que é o princípio da sabedoria, Provérbios 9:10.

 Corrigí-los quando necessário! Mas fazê-los entender o motivo da correção, buscando sempre o respeito, carinho e admiração deles.

 Deveremos por muitas vezes ter paciência, e ensiná-los em amor o Caminho do Senhor. Mesmo que às vezes, possa parecer que não há um retorno.

 Poderá haver súplicas, clamor e pedidos de oração! Mas nunca podemos desistir deles e perdê-los para o inimigo de nossas almas. Enquanto pudermos lutar, lutaremos para que cresçam no Caminho do Senhor.

 Pois afinal, eles crescem e fazem escolhas. Mas enquanto estiverem debaixo de nossos cuidados, nunca poderemos deixar de ensinar e instruí-los na verdade.

 E mesmo que um dia, decidam trilhar outros caminhos quando crescerem, continuaremos na luta, clamando e orando ao Senhor por sua volta.

 Porque a Palavra já foi dada, e o conhecimento liberado. Cresceram no Caminho. Deus nos guarde deles se desviarem! Lutaremos sempre para que não ocorra, mas se ocorrer, retornem ao único Caminho em que devem andar.

 Que o Senhor nos ajude e abençoe!  16/02/2022 GMA

terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

 

A mudança do dia de descanso e adoração

 Num programa de entrevistas alguém perguntou: Por que foi mudado o dia de guarda do sábado para o domingo? o entrevistado respondeu genericamente: O sábado comemora-se o final da criação, e o domingo o dia da ressurreição de nosso senhor Jesus Cristo.

 Certo; mas há um histórico mais profundo, que justifica e solidifica as comemorações no dia em que Cristo ressurgiu de entre os mortos e vive para sempre.

      

At 20. 7 – No primeiro dia da semana, estando nós reunidos com o fim de partir o pão, Paulo que devia seguir de viagem no dia imediato, exortava-os prolongou o seu discurso até a meia-noite.

      

I Co 16.2 – No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte, em casa, conforme a sua prosperidade, e vá juntando, para que se não façam coletas quando eu for.

 

O Dr. Brooks em seu livro “Did Jesus Rise?” (Jesus Ressuscitou?), diz: “Primeiramente temos o dia do Senhor, que remonta, através de uma linha ininterrupta, de testemunhas e escritores, até o período da crucificação, mas nem um só passo além desse ponto. Os pagãos não reconheciam esse dia, nem o reconhece agora.

Mas admite-se que todos os apóstolos e primeiros cristãos eram judeus.

Como sucedeu, pois, que, sem precedente, sem mandamento, e até mesmo sem qualquer exemplo, em face de todas as suas associações, seus instrutores religiosos e hábitos estabelecidos, começaram a observar o primeiro dia da semana em lugar do sétimo, como ocasião especial de adoração. pública e conjunta? Que assim fizeram não admite qualquer sombra de dúvida. Está plenamente comprovado pelo testemunhos de escritores pagãos e cristãos.

 

Plinio em sua carta ao imperador Trajano, diz: Os cristãos afirmam que toda a sua culpa ou erro consiste no fato de que costumam reunir-se em determinado dia, e entoam hinos a Cristo como seu Deus, ligando-se entre si por um juramento de que não terão qualquer propósito perverso, nem nunca desfraldarão alguém, nem praticarão furtos, nem cometerão adultério; de que nunca quebrarão sua palavra, e nem nunca se recusarão a devolver qualquer coisa que lhes tenha sido confiada; após o que é seu costume separaram-se e se reunirem novamente para participarem de uma simples refeição’.” Cont. em breve

 

      

 

 

 

quinta-feira, 9 de dezembro de 2021

Morte e Chocolate - (Markus Zusak )

Primeiro, as cores.

Depois, os humanos.

Em geral é assim que vejo as cores.

Ou, pelo menos, é o que tento.

 

Eis um pequeno fato,

Você vai morrer

 Com absoluta sinceridade, tento ser otimista a respeito de todo esse assunto, embora a maioria das pessoas sinta-se impedida de acreditarem em mim, sejam quais forem meus protestos. Por favor, confie em mim. Decididamente, sei ser animada, sei ser amável. Agradável. Afável. Esses são apenas os As. Só não me peça para ser simpática. Simpatia não tem nada a ver comigo.

 

Reação do fato supracitado

Isso preocupa você?

Insisto – não tenha medo,

Sou tudo, menos injusta.

 

É claro, uma apresentação.

Um começo.

Onde estão meus bons modos?

 

Eu poderia me apresentar apropriadamente, mas, na verdade, isso não é necessário. Você me conhecerá o suficiente e bem depressa, dependendo de uma gama diversificada de variáveis. 

 

Basta dizer que, em algum ponto do tempo, eu me erguerei sobre você, com toda cordialidade possível. Sua alma estará em meus braços.

 

Haverá uma cor pousada em meu ombro. E levarei você embora gentilmente. Nesse momento, você estará deitado. (Raras vezes encontro pessoas de pé.) Estará solidificado em seu corpo. Talvez haja uma descoberta; um grito pingará pelo ar. O único som que ouvirei depois disso será minha própria respiração, além do som do cheiro de meus passos.

 

A pergunta é: qual será a cor de todo esse momento em que eu chegar para buscar você? Que dirá o céu?

 

Pessoalmente, gosto do céu cor de chocolate. Chocolate escuro, bem escuro.

 

As pessoas dizem que ele condiz comigo. Mas procuro gostar de todas as cores que vejo – o espectro inteiro. Um bilhão de sabores, mais ou menos, nenhum deles exatamente igual, e um céu para chupar devagarinho. Tira a contundência da tensão. Ajuda-me a relaxar.

 

Uma pequena teoria

As pessoas só observam as cores do dia no começo e no fim, mas para mim está muito claro que o dia se funde através de uma multidão de matizes e entonações, a cada momento que passa. Uma só hora pode consistir em milhares de cores a cada momento que passa.

Amarelo, céreos, azuis, borrifados de nuvens. Escuridões enevoadas.

No meu ramo de atividade, faço questão de notá-los.

 

Já que me aludi a ele, o único dom que me salva é a distração. Ela preserva minha sanidade. Ajuda-me aguentar, considerando-se há quanto tempo venho executando esse trabalho.

 

O problema é: quem poderia me substituir? Quem tomaria meu lugar, enquanto eu tiro uma folga em seus padrões de férias, no estilo resort, seja ele tropical, seja da variedade estação de inverno?

 

A resposta é claro, é ninguém, o que me instigou a tomar uma decisão consciente e deliberada – fazer da distração minhas férias. Nem precisa dizer que tiro minhas férias à prestação. Em cores.

 

Mesmo assim, é possível que você pergunte: porque é mesmo que ela precisa de férias? De que precisa se distrair?

 

O que me traz à minha colocação seguinte.

São os humanos que sobram.

Os sobreviventes.

È para eles que não suporto olhar, embora ainda falhe em muitas ocasiões.

Procuro deliberadamente as cores para tirá-los da cabeça, mas vez por outra, sou testemunha dos que ficam para traz, desintegrando-se no quebra-cabeça do reconhecimento, do desespero e da surpresa. Eles têm coração vasados. Tem pulmões esgotados.

 

O que , por sua vez, me traz ao assunto de que estou lhe falando esta noite, ou esta manhã, ou seja la quais forem a hora e a cor.

É a história de um desses sobreviventes perpétuos – uma especialista em ser deixada para traz.

 

È só uma pequena história, na verdade, sobre, entre outras coisas:

Uma menina

Algumas palavras

Uns Alemães fanáticos

Um acordeonista

Um lutador judeu

E uma porção de roubos

 

Ví três vezes a menina que roubava livros.

 


 

Comumente os homens procuram se justificar por ter negligenciado o espiritual em detrimento do profano.

No texto citado, observamos o sábio em sua velhice, em um tom decepcionante reconhece agora, embora um tanto tardio, que priorizou na vida, coisas fúteis quando comparado com a verdadeira sabedoria. Todos nós certamente temos feito um pouco do que fez Salomão, queremos construir castelos, plantar vinhas, palácios e jardins. Entretanto a vida agora está na fase conclusiva, e os sábios notam que muito do seu trabalho foi em vão. Quando a nossa lida aqui terminar, qual será o resultado do balanço das nossas vidas? Pense nisto pois o tempo é inimigo do mortal.

 

Texto da revista da Escola Dominical

Quinta feira